- Bolsonaro passou a primeira noite em casa após 125 dias, apurando alta médica na sexta-feira; diagnóstico foi broncopneumonia bilateral.
- Por decisão do ministro Alexandre de Moraes, ele está em prisão domiciliar por 90 dias, por motivos de saúde para manter tratamento em casa.
- O ex-presidente ficou 57 dias na ala conhecida como Papudinha; preso preventivamente desde 22 de novembro de 2025, houve transferência autorizada em 15 de janeiro de 2026.
- O condomínio Solar de Brasília divulga monitoramento 24 horas pela Polícia Militar e proíbe aglomerações em até 1 km da residência, com orientação aos moradores sobre entrada de visitantes.
- As medidas cautelares incluem tornozeleira eletrônica, visitas autorizadas aos filhos e advogados em horários definidos, acesso restrito a celular e redes sociais, e autorização para internação urgente ou atendimento médico sem autorização judicial.
Jair Bolsonaro passou a primeira noite em casa após 125 dias de afastamento. O ex-presidente, que ficou duas semanas internado e esteve preso entre a Papuda e a PF em Brasília, recebeu alta médica na manhã de sexta-feira e está em prisão domiciliar temporária.
Diagnosticado com broncopneumonia bilateral, ele permaneceu na UTI do hospital DF Star desde 13 de março e foi transferido para um quarto antes da alta. A medida de prisão domiciliar foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, por 90 dias, visando manter o tratamento médico no ambiente doméstico.
O histórico mostra que, em 22 de novembro de 2025, Bolsonaro foi preso preventivamente por tentativa de romper tornozeleira. Em 15 de janeiro de 2026, Moraes autorizou a transferência para a ala especial da Papuda, conhecida como Papudinha, onde ficou 57 dias.
Esquema de segurança
A administração do condomínio Solar de Brasília informou que a área será monitorada 24 horas por equipes da PM DF. A norma restringe aglomerações em um raio de 1 km da residência e orienta moradores a evitar interferência externa. A segurança externa fica sob responsabilidade exclusiva das autoridades.
A decisão de prisão domiciliar temporária, apoiada pela PGR, inclui uso de tornozeleira eletrônica e restrições de movimentação. Estão autorizadas visitas de familiares em horários fixos, bem como visitas de advogados, médicos e fisioterapeutas, mediante agendamento. A proibição de uso de celulares e de redes sociais continua válida.
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