- Duda Lima, principal marqueteiro de Jair Bolsonaro na campanha de 2022, defende regulamentação imediata da IA para as eleições.
- Ele afirma que a IA deve conectar candidato e eleitor, indo além da produção de vídeos em massa.
- Após participação na Brazil Conference 2026, em Boston, disse que a regulamentação precisa começar no começo.
- O marqueteiro acompanha usos da IA em eleições globais, citando Nova York e Índia; a Índia foi o exemplo mais utilizado, segundo ele, mas não positivo.
- Ele projeta IA onipresente na campanha brasileira de outubro e vê a criatividade brasileira abrindo espaço para novos usos da tecnologia.
Duda Lima, principal marqueteiro da campanha de Jair Bolsonaro em 2022, defende a regulamentação imediata da inteligência artificial nas eleições. Ele afirmou que pessoas devem ser punidas por utilizar informações falsas, durante participação na Brazil Conference 2026, em Boston.
O ex-assessor destacou que a IA deve servir para conectar candidato e eleitor, ao invés de apenas produzir vídeos e conteúdos em massa. Para ele, a tecnologia é inevitável e a política precisa acompanhar o ritmo, adotando regras desde o início.
Duda Lima enfatizou uma postura pragmática, ressaltando o papel da criatividade brasileira na aplicação da IA. Segundo ele, o Brasil pode explorar usos que vão além de uma simples fábrica de conteúdo, priorizando a relação direta entre candidato e eleitores.
Mudança de tema: observação sobre uso internacional da IA
O marqueteiro tem acompanhado experiências em outros países, como a disputa pela prefeitura de Nova York e as eleições gerais na Índia. Ele aponta a Índia como exemplo negativo de uso da IA, advertindo que a tecnologia tende a ficar onipresente na campanha brasileira de outubro.
Ele acredita que a IA poderá trazer impactos positivos se regulada de forma adequada, ajudando a tornar as campanhas mais eficientes e transparentes, sempre com foco na conexão entre candidatos e eleitores. A CNN Brasil viajou a convite da Brazil Conference.
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