- Flávio Bolsonaro oficializou a pré-candidatura durante a CPAC, no Texas, dizendo ter aceitado a missão a pedido do pai, Jair Bolsonaro, e apresentando-se como continuidade do projeto conservador.
- A estratégia de campanha envolve uma base de empresários, jovens e famílias tradicionais, com planos de retomar pautas do governo anterior, como o combate ao crime, oposição a agendas ambientais radicais e fortalecimento de uma aliança conservadora com os Estados Unidos.
- Ele pediu que governos e instituições do mundo livre monitorem o processo eleitoral brasileiro, afirmando não buscar interferência externa, mas vigilância sobre a liberdade de expressão e a contagem de votos para garantir vitória.
- Flávio criticou a política externa do governo Lula, dizendo que o Brasil seria antiamericano e estaria alinhado demais à China e a ditaduras, argumentando que o país pode reduzir a dependência chinesa de terras raras para colaborar com os EUA.
- Terras raras referem-se a 17 minerais essenciais para tecnologia; a China domina boa parte da produção, e o Brasil, com grandes reservas, seria parceiro estratégico prioritário dos Estados Unidos nesse setor.
O senador Flávio Bolsonaro oficializou nesta sexta-feira, durante a CPAC no Texas, sua pré-candidatura às eleições de 2026. A confirmação ocorreu em discurso em que afirmou aceitar a missão a pedido do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, atualmente em prisão domiciliar. Ele se apresenta como continuidade do projeto conservador brasileiro.
A estratégia anunciada envolve montar uma base de apoio com empresários, jovens e famílias tradicionais. Entre as pautas citadas, o combate ao crime, oposição a agendas ambientais consideradas radicais e o fortalecimento de uma aliança conservadora com os Estados Unidos.
Monitoração internacional
Flávio pediu à comunidade internacional que governos e instituições do mundo livre acompanhem o processo eleitoral brasileiro. Segundo ele, não há interesse em interferência, mas sim em vigilância sobre liberdade de expressão e contagem de votos.
Relação Brasil-Estados Unidos
O senador criticou a política externa do governo Lula, dizendo que o Brasil é antiamericano e se aproxima da China e de regimes autoritários. Afirmou que o país pode colaborar com os EUA para reduzir a dependência de minerais estratégicos.
Terras raras
As terras raras são 17 minerais essenciais à tecnologia moderna, usados em celulares, computadores e defesa. O Brasil possui reservas relevantes, segundo Flávio, e seria parceiro estratégico prioritário dos EUA nesse setor diante da liderança da China na produção.
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