- Simone Tebet chamou Ricardo Nunes de deselegante e agressivo por chamá-la de “marionete do Lula”.
- A acusação veio após Nunes criticar a saída de Tebet do MDB para o PSB, para disputar o Senado em São Paulo.
- Tebet formalizou filiação ao PSB e vai integrar a chapa de oposição a Tarcísio de Freitas e Flávio Bolsonaro.
- A ministra diz manter relação com Lula e Geraldo Alckmin e defende a continuidade do vice na chapa de Lula; aponta foco na unidade.
- Tebet ressalta campanha simples, olho no olho, e critica a atuação familiar de Flávio Bolsonaro.
Simone Tebet, ministra do Planejamento, criticou o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, por tê-la chamado de marionete do Lula. A declaração ocorreu após ele questionar sua saída do MDB para o PSB e filiação ao Senado por São Paulo, anunciada nesta sexta-feira (27). O atrito ocorreu em meio à disputa política local e nacional.
Tebet afirmou que Nunes foi agressivo e deselegante com as mulheres brasileiras ao fazer a crítica. Ela destacou que mantém respeito pelo presidente Lula e mencionou ter sido convidada por Lula e Geraldo Alckmin para atuar em São Paulo, onde tem raízes políticas e familiares.
Ela também enfatizou que a filiação ao PSB a coloca na oposição à chapa de Tarcísio de Freitas e Flávio Bolsonaro, apoiadores de Nunes. A ministra ressaltou que pretende uma campanha de baixo custo, com foco no diálogo olho no olho.
Filiação ao PSB
A filiação de Tebet ao PSB ocorreu em ato na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). O evento contou com a presença de Geraldo Alckmin (vice-presidente) e de lideranças do PSB, incluindo Tabata Amaral. O partido celebrou a entrada da ex-candidata presidencial.
Tebet chegou a São Paulo para formalizar a filiação e disputar uma vaga no Senado pelo estado, em oposição à chapa apoiada por Nunes. Ela disse que a decisão busca unidade dentro do campo que representa.
Ela confirmou ainda que já deu entrada no pedido de domicílio eleitoral e comentou sobre a possibilidade de manter o vice na chapa de Lula. A ministra enfatizou a necessidade de somar esforços de diferentes correntes políticas.
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