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Caminhada silenciosa em memória das vítimas da ditadura militar

Caminhada silenciosa em São Paulo homenageia vítimas da ditadura militar; ato reafirma memória, justiça e democracia, com participação de famílias e órgãos públicos

Caminhada Silenciosa em memória das vítimas da ditadura militar. Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil
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  • Caminhada silenciosa ocorreu em 29 de março de 2026, em São Paulo, para lembrar as vítimas da ditadura militar.
  • A concentração foi na Praça Roosevelt e seguiu em silêncio até a Praça da República, com faixas e cartazes.
  • Organizada por entidades de direitos humanos e movimentos sociais, visa manter viva a memória e buscar justiça.
  • Participaram representantes do Ministério da Justiça e do Governo do Estado de São Paulo, que reafirmaram o compromisso com a verdade e a reparação.
  • A data marca o aniversário da morte de João Goulart, símbolo da resistência democrática, e a caminhada é tradicional em várias cidades.

A Caminhada Silenciosa em memória das vítimas da ditadura militar ocorreu nesta segunda-feira 29 de março, em São Paulo. Participaram familiares, amigos e apoiadores em ato anual de lembrança pelas perseguições, torturas e mortes durante o regime de 1964 a 1985. O trajeto foi feito em silêncio.

A concentração teve início na Praça Roosevelt e seguiu até a Praça da República, com faixas e cartazes exibindo nomes, fotos e mensagens de resistência. A iniciativa é organizada por entidades de direitos humanos e movimentos sociais.

Representantes de órgãos públicos, como o Ministério da Justiça e o Governo do Estado de São Paulo, marcaram presença para reafirmar compromisso com a verdade e a reparação às vítimas. O evento coincide com o aniversário da morte do ex-presidente João Goulart.

A atividade, praticada em várias cidades do país, tem como objetivo preservar a memória, fortalecer a democracia e combater tentativas de revisionismo histórico. A data é vista como momento de reflexão sobre liberdade, justiça e valores democráticos.

A Caminhada Silenciosa segue como tradição de reconhecimento às vítimas da ditadura e de resistência à violência e à opressão. O formato sem bate-papo é mantido para preservar o caráter contemplativo do ato.

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