- Edinho Silva, presidente do PT, disse em Contagem (MG) que a história da família Bolsonaro está ligada a setecentas mil covas na pandemia, ao Banco Master e à fraude no INSS, durante o lançamento da pré-candidatura da prefeita Marília Campos ao Senado.
- Ele criticou a tentativa de projetar o senador Flávio Bolsonaro como novo nome do grupo, chamando-o de “o filho mais velho”.
- O discurso atribuiu ao passado da família Bolsonaro o negacionismo na pandemia, o sucateamento de políticas públicas e a criação do Banco Master.
- Edinho ainda associou o governo de Jair Bolsonaro a um esquema para desviar recursos de aposentados no INSS e mencionou o alinhamento da direita brasileira com o governo dos Estados Unidos, Donald Trump.
O presidente do PT, Edinho Silva, afirmou neste domingo, 29, em Contagem (MG), que a história da família Bolsonaro está associada a 700 mil covas na pandemia, ao Banco Master e a fraudes no INSS. A declaração ocorreu durante o lançamento da pré-candidatura da prefeita Marília Campos ao Senado.
Ele crítica a suposta projeção de Flávio Bolsonaro como principal figura do grupo, chamando-o de “filho mais velho” para questionar a estratégia de comunicação adotada pela oposição.
Edinho atribui ao governo de Jair Bolsonaro a prática do negacionismo que, segundo ele, levou ao aumento de óbitos durante a pandemia. Também vincula o governo ao Banco Master e a um esquema de desvio de aposentadorias.
O vídeo da fala foi publicado nas redes sociais do presidente do PT, ampliando a cobertura da fala entre adversários do governo federal. A fala integra o contexto da disputa eleitoral em Minas Gerais.
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