- Eduardo Bolsonaro citou que enviaria um vídeo ao pai, Jair Bolsonaro, o que provocou críticas de dirigentes da direita.
- Dirigentes nacionais do Partido Liberal (PL) entenderam que a fala foi inconsequente e pode ter complicado a situação do ex-presidente, que cumpre pena em regime domiciliar.
- O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, deixou claro que Bolsonaro não pode ter contato com telefone celular nem com aplicativos de mensagens.
- Moraes pediu explicações aos advogados de Bolsonaro no domingo, em resposta à declaração do filho em evento nos Estados Unidos.
- Eduardo nega as acusações, afirma ter aberto mão da carreira política para defender o pai no exterior, e diz que tem contribuído com a defesa dele.
Eduardo Bolsonaro gerou repercussão ao dizer que enviaria um vídeo ao pai, Jair Bolsonaro. A resposta veio de dirigentes de direita, que consideraram a fala inconsequente.
Dirigentes nacionais do PL afirmaram que a declaração pode ter atrapalhado a situação de Bolsonaro, que cumpre pena em regime de prisão domiciliar. A avaliação é de que o ex-deputado tem dificultado a defesa do pai.
A fala ocorreu em um evento da direita nos Estados Unidos. No domingo, 29, o ministro Alexandre de Moraes pediu explicações aos advogados de Bolsonaro sobre o episódio.
Detalhes e contexto
Moraes já havia fixado que Bolsonaro não pode ter contato com telefone celular ou aplicativos de mensagem. A decisão se aplica mesmo a conteúdos vistos por terceiros.
Entretanto, Eduardo rebate as críticas, dizendo ter aberto mão da carreira para defender o pai no exterior. A defesa afirma que não houve violação de regras.
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