- Flávio Bolsonaro, pré-candidato pelo PL, disse na CPAC nos EUA que o Brasil é a solução para os Estados Unidos quebrarem a dependência da China em minerais críticos, especialmente terras raras.
- Segundo o senador, os EUA importam cerca de setenta por cento desses minerais da China, e as terras raras são essenciais para processadores, IA e equipamentos de defesa americanos.
- Ele afirmou que, sem essas terras raras, a inovação tecnológica e a produção do sistema militar avançado dos Estados Unidos ficariam vulneráveis.
- Flávio criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, chamando-o de antiamericano, e alegou que o petista tem interesses opostos aos dos EUA em questões internas e externas, citando ações de Donald Trump.
- Ainda na CPAC, disse que o governo Lula fez lobby com conselheiros americanos para evitar que dois grandes cartéis de drogas do Brasil fossem classificados como organizações terroristas.
Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência pelo PL, participou da CPAC nos Estados Unidos e disse que o Brasil pode reduzir a dependência dos EUA de minerais críticos, especialmente terras raras. A afirmação foi feita durante a conferência conservadora.
Ele ressaltou que, hoje, cerca de 70% das importações desses minerais vêm da China. Segundo o senador, as terras raras são cruciais para processadores, IA e equipamentos de defesa dos Estados Unidos.
Ainda segundo o parlamentar, sem esses componentes a inovação tecnológica fica comprometida, o que afeta a capacidade do sistema militar. A fala também apontou vulnerabilidade da segurança nacional americana.
Flávio Bolsonaro citou que, na visão dele, o governo Lula é antiamericano e teria interesses opostos aos dos EUA em política externa e interna, criticando publicamente ações de Donald Trump.
Críticas a Lula
Na conferência, o senador afirmou que o governo Lula fez lobby junto a conselheiros americanos para evitar a classificação de dois grandes cartéis de drogas como organizações terroristas.
Ele disse que, com a volta de Lula ao poder, o Brasil enfrentaria nova crise econômica, expansão de cartéis narcoterroristas e escândalos de corrupção envolvendo familiares do presidente.
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