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Diretor da PF defende a corporação em meio a investigações de Master e Lulinha

PF sustenta isenção técnica em investigações ligadas ao Master e Lulinha, com apoio do Banco Central e do Coaf ante ataques à corporação

Andrei Rodrigues afirmou que corporação trabalha com isenção e sem direcionamento político ou ideológico. (Foto: Fábio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil)
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  • O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, disse que a PF atua com isenção e sem direcionamento político ou ideológico.
  • A declaração ocorre em meio às investigações sobre fraudes associadas ao Banco Master e ao relacionamento do banqueiro Daniel Vorcaro com autoridades dos Três Poderes.
  • Rodrigues reforçou que a PF não protege nem persegue, destacando o caráter técnico do trabalho e a independência da instituição.
  • Ele mencionou a colaboração de outros órgãos, como o Banco Central, elogiando o presidente da instituição, Gabriel Galípolo, e o Coaf, Ricardo Saadi, pela atuação técnica.
  • Na semana passada, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, impôs restrições ao fornecimento de relatórios de inteligência financeira pelo Coaf, após divulgação de informações envolvendo integrantes da Corte.

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou nesta segunda-feira que a corporação atua com isenção e sem direcionamento político ou ideológico em suas investigações. A declaração ocorreu durante evento que marcou os 82 anos da PF.

A defesa da atuação policial acontece em meio ao avanço das apurações sobre fraudes financeiras associadas ao Banco Master, envolvendo o banqueiro preso Daniel Vorcaro e autoridades dos Três Poderes. Andrei garantiu que a PF não protege nem persegue, reiterando o viés técnico do trabalho.

Ainda no contexto das investigações, ele assegurou que a PF opera de forma independente, enfrentando críticas e tentativas de enfraquecimento institucional. O diretor ressaltou que a instituição colabora com outros órgãos para o andamento dos inquéritos.

Contexto das investigações

Andrei citou a participação de órgãos como o Banco Central, elogiando a atuação de seu presidente, Gabriel Galípolo, pela contribuição técnica aos casos envolvendo o sistema financeiro. O diretor destacou a importância da cooperação entre órgãos para aprimorar as apurações.

O desempenho do Coaf também foi destacado, com referência ao presidente Ricardo Saadi. Andrei afirmou que o compromisso com a coisa pública e a seriedade à frente do órgão merecem registro, diante de críticas recentes.

Na última sexta-feira, o STF impôs restrições ao compartilhamento de relatórios de inteligência financeira pelo Coaf, após divulgação de informações envolvendo integrantes da Corte e familiares. A PF não comentou especificamente o desdobramento, mantendo o foco na atuação institucional.

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