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Lindbergh solicita a Moraes que Bolsonaro retorne à Papudinha

Lindbergh Farias solicita a Moraes a revogação da prisão domiciliar de Bolsonaro e retorno à Papudinha, com base em descumprimento de cautelares por vídeo de Eduardo; defesa afirma desconhecer gravação

Na imagem, o deputado federal Lindbergh Farias, do PT
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  • O deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) pediu a ministro Alexandre de Moraes a revogação da prisão domiciliar de Jair Bolsonaro e a sua imediata volta ao regime fechado na Papudinha, no Distrito Federal.
  • O petista sustenta que houve descumprimento das cautelares da Corte, em especial a proibição de comunicação externa e de acesso a redes sociais.
  • Bolsonaro voltou à prisão domiciliar na sexta-feira, 27 de março, com autorização de Moraes, e permanece em Brasília para se recuperar de broncopneumonia.
  • O pedido baseia-se em um vídeo gravado por Eduardo Bolsonaro durante a CPAC, nos Estados Unidos, em 28 de março, no qual ele afirma ter produzido o conteúdo para o pai.
  • A defesa de Bolsonaro disse desconhecer a gravação e que o vídeo não comprova descumprimento das cautelares.

O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) protocolou nesta segunda-feira (30.mar.2026) um pedido ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, para revogar a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro (PL) e restabelecer o regime fechado na Papudinha, no DF. O documento é apresentado na Execução Penal nº 169/DF.

Na peça, o petista sustenta que houve descumprimento das cautelares que proíbem comunicação externa e uso de redes sociais, mesmo por intermédio de terceiros. Bolsonaro voltou à prisão domiciliar na sexta-feira anterior, 27.mar, sob decisão de Moraes, para se recuperar de broncopneumonia em casa, em Brasília.

O fundamento está ligado a um vídeo gravado por Eduardo Bolsonaro durante a CPAC nos EUA, em 28 de março, no qual o filho do ex-presidente afirma que ajudava a produzir conteúdo para o pai. A defesa de Bolsonaro afirmou não ter conhecimento da gravação.

A defesa de Lindbergh ressalta que a prisão domiciliar não pode servir como plataforma de palanque ou para manter liderança política à distância. O texto destaca ainda que a decisão original previa revogação imediata do benefício em caso de descumprimento.

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