- Cenário 1 (com Eduardo Leite): Lula tem 59%, Flávio Bolsonaro 23%, Eduardo Leite 3%, Romeu Zema 2%, Renan Santos 2%, Aldo Rebelo 1% e Augusto Cury 1%.
- Cenário 2 (com Ronaldo Caiado): Lula tem 59%, Flávio Bolsonaro 22%, Ronaldo Caiado 4%, Romeu Zema 2%, Renan Santos 2%, Aldo Rebelo 1% e Augusto Cury 1%.
- Aprovação de Lula: 64% aprovam o desempenho do presidente, 34% desaprovam.
- Perfil do eleitorado (Lula): maior apoio entre quem ganha até dois salários e entre eleitores com mais de 60 anos, com 65% e 68%, respectivamente.
- Perfil do eleitorado (Flávio): base mais concentrada entre homens de maior renda (34%), com menor apoio entre mulheres (14%) e entre idosos (16%).
O Real Time Big Data divulgou nesta segunda-feira (30) uma pesquisa que aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva como líder na disputa eleitoral no Ceará, com 59% das intenções de voto frente a 23% de Flávio Bolsonaro. O estudo também aponta 29% no cenário espontâneo para Lula, superando os adversários. O levantamento é voltado para o estado e traz dados sobre aprovação de governo e perfil do eleitorado.
A sondagem mostrou ainda cenários estimulados, nos quais os entrevistados escolhem entre candidatos apresentados. Em cenário com Eduardo Leite, Lula fica com 59% e Flávio Bolsonaro com 23%. Ronaldo Caiado aparece com 4%, seguido por outros nomes com fatias menores. Em cenário com Caiado, Lula mantém 59% e Flávio sobe para 22%.
Aprovação e desempenho do governo
A pesquisa aponta que 64% dos entrevistados aprovam o desempenho do presidente, enquanto 34% desaprovam. Em avaliação detalhada, 43% consideram a administração ótima ou boa; 27% a veem como regular; 28% a classificam como ruim ou péssima, com 2% não respondentes ou sem saber avaliar.
Perfil do eleitorado
O levantamento mostra que Lula mantém força entre renda menor e idosos, com 65% entre quem ganha até dois salários mínimos e 68% entre maiores de 60 anos. Entre os eleitores com renda mais alta, o ângulo de apoio cai para 33%. Flávio Bolsonaro tem base predominantemente masculina (34%) e de maior renda, liderando numericamente nesse segmento, enquanto enfrenta maior dificuldade entre mulheres (14%) e pessoas idosas (16%).
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