- O PSD escolheu Ronaldo Caiado, atual governador de Goiás, para disputar a Presidência em 2026; o anúncio oficial será na tarde desta segunda-feira, na sede do partido em São Paulo.
- A decisão ocorreu após a desistência do governador do Paraná, Ratinho Júnior, da candidatura presidencial.
- Em cenários simulados pelo Real Time Big Data, Lula aparece na liderança; Caiado tem 4% e Flávio Bolsonaro, 22%, em um cenário com Caiado.
- Com a saída de Ratinho Júnior, Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul, também passou a ser opção do PSD, embora Caiado seja visto como mais viável em Goiás.
- Caiado deixou o União Brasil em janeiro, após desgaste interno desde dezembro de 2025 envolvendo resistência à federação com o Partido Progressistas.
O PSD escolheu Ronaldo Caiado para disputar a Presidência em 2026. O anúncio oficial será feito nesta tarde, na sede do partido, em São Paulo. A confirmação ocorre após a desistência do governador do Paraná, Ratinho Júnior, que era apontado como uma das principais opções para o pleito.
Caiado deixou a União Brasil em janeiro deste ano, encerrando um ciclo marcado por dificuldades internas para consolidar sua candidatura. A resistência estava relacionada à federação com o PP, o que dificultava o consenso dentro da legenda.
A escolha ocorre em meio a um cenário competitivo. Em pesquisas simulando o cenário com Caiado, Lula aparece em vantagem, enquanto Flávio Bolsonaro figura com 22% e Caiado com 4%, segundo o Real Time Big Data. A saída de Ratinho Júnior amplia as opções do PSD.
Contexto eleitoral e possíveis cenários
Além de Caiado, o governador Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul, passou a ser uma opção considerada pelo partido após a desistência de Ratinho Júnior, embora enfrente dificuldades para consolidar seu nome no estado. Leite se filiou ao PSD no último ano, em meio a tensões internas envolvendo disputas regionais e negociações de fusão com o Podemos.
Interlocutores internos apontam que Caiado tem um desempenho eleitoral mais sólido em Goiás, onde governa, o que pode favorecer a viabilidade da candidatura frente a adversários com bases em outros estados. A leitura interna, contudo, permanece cautelosa diante da competitividade nas intenções de voto a nível nacional.
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