- O Ministério Público acionou o São Paulo em ação judicial por possíveis conflitos de interesse e uso indevido da marca do clube.
- Dirigentes e ex-dirigentes do clube foram intimados e têm prazo de trinta dias para se apresentarem. Entre eles estão Harry Massis Junior, Roberto Soares Armelin, Eduardo Toni e Márcio Carlomagno; Érica Podadera foi desligada na última sexta-feira.
- A investigação aponta omissão de informações sobre o relacionamento entre a diretora administrativa Érica Podadera e o então superintendente Márcio Carlomagno em entrevistas do Programa de Integridade, apoiado pela KPMG.
- Há questionamento sobre uso da marca do São Paulo em produtos divulgados por Jaqueline Meirelles nas redes sociais, incluindo existência de contrato, autorização interna ou pagamento de royalties.
- O documento do MP ressalta que a identidade do clube é um ativo econômico relevante e deve ser explorada apenas por meio de acordos oficiais; o prazo de 30 dias servirá para esclarecer as informações.
O Ministério Público acionou o São Paulo na Justiça, apontando conflitos de interesse e uso da marca do clube em evidência. A ação envolve gestão e governança, com foco em procedimentos de compliance.
Dirigentes e ex-dirigentes do clube foram intimidados, segundo a investigação. Estão sob prazo de 30 dias para apresentação de esclarecimentos. Entre os citados aparecem Harry Massis Junior, Roberto Soares Armelin, Eduardo Toni e Márcio Carlomagno.
A denúncia sustenta que entrevistas do Programa de Integridade, apoiadas pela KPMG, não teriam revelado o relacionamento entre Érica Podadera, diretora administrativa, e o então superintendente Márcio Carlomagno. Érica foi desligada do clube na última sexta-feira.
Uso de marca e governança
Jaqueline Meirelles é apontada por divulgar produtos com a marca do São Paulo em redes sociais. A petição questiona existência de contrato formal, autorização interna ou pagamento de royalties pelo uso da identidade do clube.
O documento ressalta que a identidade do São Paulo é um ativo econômico relevante, a ser explorado apenas por meio de acordos oficiais. O MP também determinou prazo de 30 dias para que Jaqueline preste esclarecimentos.
Internamente, a avaliação é de que o caso exige apuração rigorosa, com a expectativa de que o clube responda se as acusações forem confirmadas. As informações são com base em documentos oficiais do MP.
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