- A CPI do Crime Organizado aprovou as convocações dos ex-governadores Ibaneis Rocha, do Distrito Federal, e Cláudio Castro, do Rio de Janeiro, para serem ouvidos pela comissão.
- Também foram convocados Renato Dias de Brito Gomes, ex-diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do Banco Central, e Yan Felix Hirano, apontado como facilitador de recursos ilícitos no sistema financeiro.
- Além das convocações, a comissão aprovou requerimentos para acesso a dados estratégicos, incluindo informações do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) sobre a concessão da BR-163, no Mato Grosso.
- Foi solicitado à Força Aérea Brasileira (FAB) o registro detalhado dos voos em 2025 das aeronaves ligadas aos investigados.
- O relator afirmou que Casas Gouvern de Cláudio Castro é essencial para o andamento dos trabalhos da CPI e citou possíveis ligações com o crime organizado no Rio de Janeiro.
A CPI do Crime Organizado aprovou, nesta terça-feira (31), a convocação de Ibaneis Rocha, ex-governador do Distrito Federal, e de Cláudio Castro, ex-governador do Rio de Janeiro, para serem ouvidos pela comissão. A medida visa esclarecer fatos vinculados à atuação de organizações criminosas e ao uso de recursos públicos.
Além disso, ficou definida a convocação de Renato Dias de Brito Gomes, ex-diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do Banco Central, e de Yan Felix Hirano, apontado como facilitador de operações de recursos ilícitos no sistema financeiro formal. A presença deles deve auxiliar as investigações em curso.
A CPI também aprovou requerimentos para acesso a dados estratégicos. Entre eles, a solicitação de informações ao BNDES sobre a concessão da BR-163, no Mato Grosso. Também foi pedido à Força Aérea Brasileira o registro detalhado dos voos em 2025 das aeronaves ligadas aos investigados.
Convocações
Segundo o relator, senador Alexandre Vieira (MDB-SE), a participação de Ibaneis Rocha e Cláudio Castro é considerada essencial para o avanço dos trabalhos da comissão. O objetivo é esclarecer denúncias e entender ligações com o que a CPI classifica como crime organizado.
Dados solicitados
Os dados ao BNDES dizem respeito a operações bilionárias envolvendo a BR-163. Já os registros da FAB buscam mapear a frota de aeronaves associadas aos investigados, com foco em trajetos e possíveis deslocamentos de pessoas ligadas ao esquema financeiro.
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