- O Museu de Arte Moderna do Rio sediou debate sobre o papel das empresas no enfrentamento ao feminicídio, promovido pela Petrobras em parceria com a Presidência da República e o Banco do Brasil.
- O encontro destacou o Pacto Brasil contra o Feminicídio, lançado este ano pelos Três Poderes, e a atuação do setor privado na transformação cultural do país.
- A primeira-dama Janja Lula da Silva afirmou que o empresariado é pilar fundamental e que é necessária coalizão entre poder público, iniciativa privada e sociedade civil.
- Ela destacou que empresas podem influenciar comportamentos, criar políticas internas de proteção às mulheres e ampliar o debate dentro e fora do ambiente de trabalho; citou que ocorrem cerca de seis mortes de mulheres por dia no Brasil.
- A mediadora Daniela Filomeno ressaltou que a omissão também contribui para a violência, e Clarice Copetti, diretora da Petrobras, defendeu canais de denúncia, apoio às vítimas e programas de conscientização entre funcionários.
O Museu de Arte Moderna (MAM), no Rio de Janeiro, recebeu nesta terça-feira (31) um debate sobre o papel do setor privado na segurança feminina. O encontro avaliou ações do Pacto Brasil contra o Feminicídio, lançado este ano pelos Três Poderes, e reuniu autoridades, empresários e representantes da sociedade civil.
Promovido pela Petrobras em parceria com a Presidência da República e o Banco do Brasil, o evento discutiu como a iniciativa privada pode contribuir para mudanças culturais no Brasil. Participantes debateram ações concretas para reduzir a violência de gênero no país.
A primeira-dama, Janja Lula da Silva, afirmou em entrevista à CNN Brasil que as empresas são um pilar fundamental na luta contra o feminicídio. Ela ressaltou a necessidade de cooperação entre Estado, empresas e sociedade civil para ampliar políticas de proteção às mulheres.
A mediação foi feita pela apresentadora Daniela Filomeno, da CNN Viagem & Gastronomia. Ela destacou que a omissão também alimenta a violência, enfatizando que o sucesso das organizações depende do compromisso com a vida e a segurança das mulheres.
Clarice Copetti, diretora executiva de Assuntos Corporativos da Petrobras, reforçou a responsabilidade social das corporações. Ela defendeu a implantação de canais de denúncia, apoio às vítimas e programas de conscientização entre trabalhadores.
O encontro compõe uma agenda de promoção de políticas públicas e ações privadas no enfrentamento ao feminicídio, crime que segue como um desafio estrutural no país.
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