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Fachin afirma que encerramento do inquérito das fake news está em pauta

Fachin afirma que encerramento do inquérito das fake news está na pauta, diante de ataques ao STF e da defesa da democracia

O presidente do STF, Edson Fachin durante cerimônia de assinatura do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. Palácio do Planalto. Brasília (DF) - Brasil.
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  • O presidente do STF, ministro Edson Fachin, afirmou que a tramitação do inquérito das fake news preocupa.
  • O inquérito foi aberto em 2019 para combater ameaças contra o STF e ainda tramita.
  • Fachin disse que a pauta agora envolve discutir o momento de pensar no encerramento do inquérito, com contatos previstos com o relator e os demais ministros.
  • Ele lembrou ter votado pela constitucionalidade do inquérito e ressaltou que a iniciativa cumpriu função para defender a democracia e combater ataques ao tribunal.
  • No mês passado, o ministro Gilmar Mendes defendeu a continuidade da tramitação, dizendo que a medida foi necessária diante dos ataques ao STF durante o governo Bolsonaro.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, disse nesta terça-feira (31) que a tramitação do inquérito das fake news é um tema que o preocupa. O assunto está na pauta do tribunal e envolve a continuidade das investigações.

O inquérito foi aberto pela Corte em 2019, durante o governo de Jair Bolsonaro, e continua em andamento. Fachin afirmou que já conversou com o relator, ministro Alexandre de Moraes, e mantém diálogo com os demais ministros.

Desdobramentos e posicionamentos

Durante a entrevista, Fachin destacou que votou pela validação do inquérito, lembrando que o objetivo foi defender a democracia e combater ataques ao STF. Ele ressaltou a importância do inquérito para a defesa institucional.

O ministro recordou que foi relator da ADPF que discutiu a constitucionalidade do inquérito e afirmou que seu voto concluiu pela legalidade da medida.

A abertura do inquérito ocorreu em março de 2019, sob a presidência de Dias Toffoli. Na ocasião, Toffoli defendeu a medida para combater a veiculação de notícias que atingiam a honra e a segurança do tribunal, seus ministros e familiares.

No mês anterior, o ministro Gilmar Mendes defendeu a tramitação do inquérito, afirmando que a medida foi necessária diante dos ataques contra o tribunal durante o governo Bolsonaro.

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