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Fachin pretende votar código de ética ainda neste ano

Fachin mira votação do código de ética do STF ainda neste ano, enquanto ministros divergem sobre o momento e priorizam medidas pontuais

Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal
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  • O presidente do STF, ministro Edson Fachin, afirmou que espera votar neste ano um código de ética para ministros da Corte.
  • A tarefa ficou com a ministra Cármen Lúcia, designada relatora, e o anteprojeto deve passar pela análise dos demais ministros.
  • Há divergência entre ministros sobre o momento ideal para discutir o código: alguns defendem a adoção, outros priorizam medidas pontuais.
  • O código propõe divulgação obrigatória de verbas recebidas por ministros em eventos e palestras.
  • As investigações sobre o Banco Master, que envolvem Toffoli e Moraes, contribuíram para a discussão; Toffoli deixou a relatoria do caso, que passou a Mendonça.

O presidente do STF, ministro Edson Fachin, afirmou que a Corte deve votar ainda neste ano um código de ética para os ministros. A ideia está sob realização da ministra Cármen Lúcia, designada relatora em fevereiro. O anteprojeto segue para análise dos demais ministros.

Fachin disse que apresentou diretrizes iniciais e que a relatora está consolidando o texto, com base em experiências internacionais. A expectativa é que o anteprojeto seja compartilhado com todo o colegiado para avaliação conjunta.

Segundo o presidente, parte dos ministros apoia a adoção do código, mas há dúvidas sobre o momento de avançar. Outros defendem prioridades em medidas pontuais mais rápidas. Fachin também ressaltou a necessidade de autocrítica quando cabível.

Proposta de Conduta no STF

A proposta inclui divulgação obrigatória de verbas recebidas por ministros por participação em eventos e palestras. A iniciativa ganhou força após episódios envolvendo investigações do Banco Master no STF. O caso levou à discussão sobre padrões éticos na Corte.

O debate sobre o código ocorreu em meio às investigações relacionadas ao Banco Master, que tiveram desdobramentos envolvendo ministros e a relatoria de Toffoli. Com a mudança de relatoria, o caso passou a ficar sob responsabilidade de André Mendonça.

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