- Governo divulgou lista com 14 ministérios que terão troca de comando para as eleições de 2026; o prazo de renúncia encerra neste sábado.
- Não consta a saída do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que já deixou o posto em 19 de março, dando lugar ao secretário-executivo, Dario Durigan; Haddad é pré-candidato ao governo de São Paulo.
- Também não aparece o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, que concorrerá novamente com o presidente Lula.
- A ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, também não está na lista; ela disputará o Senado pelo Paraná.
- Exemplos de mudanças anunciadas incluem Casa Civil, com Rui Costa deixando o cargo e Miriam Belchior assumindo; Ministério dos Transportes, com Renan Filho saindo e George Santoro entrando.
O governo federal divulgou nesta terça-feira (31) a lista de 14 ministérios que terão mudança de comando para a candidatura de seus titulares às eleições de 2026. O prazo para renúncia encerra neste sábado (31).
Entre os nomes ausentes, está o do ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), que já havia deixado o cargo em 19 de março e hoje atua como pré-candidato ao governo de São Paulo. Também não aparecem Geraldo Alckmin (PSB) e Gleisi Hoffmann (PT) na relação.
A relação oficial detalha quem sai e quem assume em cada pasta, já com foco na disputa eleitoral e na transição administrativa. Os novos titulares entram com a missão de manter a continuidade dos programas governamentais durante o período de campanha.
- Casa Civil: Rui Costa (PT) sai para concorrer ao Senado pela Bahia; Miriam Belchior assume como secretária-executiva.
- Ministério dos Transportes: Renan Filho (MDB) sai para concorrer ao governo de Alagoas; George Santoro assume como secretário-executivo.
- Ministério dos Portos e Aeroportos: Silvio Costa Filho (Republicanos) sai para concorrer a deputado federal por Pernambuco; Tomé Franca assume como secretário-executivo.
- Ministério do Planejamento e Orçamento: Simone Tebet (PSB) sai para concorrer ao Senado por São Paulo; Bruno Moretti assume como secretário especial de Análise Governamental.
- Ministério do Meio Ambiente: Marina Silva (Rede) sai para disputar cargo ainda não definido; Paulo Ribeiro Capobianco assume como secretário-executivo.
- Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania: Macaé Evaristo (PT) sai para deputada estadual por Minas Gerais; Janine Mello dos Santos assume como secretária-executiva.
- Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar: Paulo Teixeira (PT) sai para deputado federal por São Paulo; Fernanda Machiaveli assume como secretária-executiva.
- Ministério da Educação: Camilo Santana (PT) sai, candidatura ainda não definida; Leonardo Barchini assume como secretário-executivo.
- Ministério do Esporte: André Fufuca (PP) sai para o Senado pelo Maranhão; Paulo Henrique Cordeiro Perna assume como secretário nacional de Esporte Amador, Educação, Lazer e Inclusão Social.
- Ministério das Cidades: Jader Barbalho Filho (MDB) sai, possível pré-candidato pelo Pará; Antônio Vladimir Lima assume como secretário-executivo.
- Ministério da Igualdade Racial: Anielle Franco (PT) sai para deputada federal pelo Rio de Janeiro; Rachel Barros de Oliveira assume como secretária-executiva.
- Ministério dos Povos Indígenas: Sônia Guajajara (PSOL) sai sem pré-candidatura definida; Eloy Terena assume como secretário-executivo.
- Ministério da Agricultura e Pecuária: Carlos Fávaro (PSD) sai para governar Mato Grosso; André de Paula assume como ministro.
- Ministério da Pesca e Aquicultura: André de Paula sai para substituir Fávaro; Rivetla Edipo Araujo Cruz assume como secretária-executiva.
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