- O deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), relator da CPMI do INSS, acionou a Polícia Federal, o Supremo Tribunal Federal e a Procuradoria-Geral da República após ser acusado de estupro por Soraya Thronicke e Lindbergh Farias.
- Gaspar apresentou uma queixa-crime por calúnia no STF, pedindo apuração urgente por coação no processo e denunciação caluniosa.
- Ele também abriu representação criminal na PGR e relatou ter conversado por telefone com o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, colocando-se à disposição para esclarecimentos e exames de DNA.
- O deputado pediu a suspensão e cassação dos mandatos de Soraya Thronicke e Lindbergh Farias; os partidos Novo e PL já protocolaram pedidos semelhantes.
- Gaspar afirmou que a acusação envolve um parente com o mesmo nome, explicando a defesa durante o que ocorreu enquanto ele lia o relatório na CPMI.
O deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), relator da CPMI do INSS, afirmou ter acionado a Polícia Federal, o STF e a PGR contra as senadoras Soraya Thronicke e o deputado Lindbergh Farias após ser acusado de estupro pelos parlamentares. Gaspar relatou ter ido ao STF e apresentado queixa-crime por calúnia, buscando apuração urgente por coação no curso do processo e denunciação caluniosa.
Ele informou ainda ter protocolado representação criminal na PGR pelos mesmos crimes e que manteve contato telefônico com o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, colocando-se à disposição para esclarecimentos e para a realização de exames de DNA, se necessários. O objetivo, segundo ele, é a suspensão e cassação dos mandatos de Soraya Thronicke e Lindbergh Farias.
Os partidos Novo e PL, aliados a Gaspar na defesa de sua honra, já tinham ajuizado pedidos para afastar os dois parlamentares de seus mandatos. Na tarde da última sexta-feira, Soraya e Lindbergh tornaram públicos acontecimentos envolvendo o relator da CPMI do INSS, que estava em leitura do relatório final.
Gaspar afirmou durante entrevista que o fato citado envolve um parente com o mesmo nome, Alfredo, o que, conforme ele, explica a menção ao caso. A defesa sustenta que as acusações não têm relação com as funções públicas exercidas pelo relator. As autoridades não divulgaram novas informações sobre andamento dos autos.
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