- No Rio Grande do Sul, duas vagas do Senado são disputadas em 2026 e os senadores atuais Heinze (PP) e Paim (PT) não devem tentar a reeleição; o estado terá mais de 8,6 milhões de eleitores em outubro.
- A chapa de Gabriel Souza (MDB) à vaga da situação já tem Germano Rigotto e Frederico Antunes confirmados como candidatos ao Senado.
- A lista da chapa de Luciano Zucco (PL) para o Senado traz Marcel van Hattem e Ubiratan Sanderson.
- O bloco do PT, encabeçado por Edegar Pretto, já definiu Manuela d’Ávila (PSOL) e Paulo Pimenta como candidatas ao Senado.
- O PDT negocia aliança com o PT no RS e ainda não anunciou nomes; o PSDB sondou Yeda Crusius, mas não tem definições.
Estarão em disputa as cadeiras do Rio Grande do Sul ocupadas pelos senadores Luis Carlos Heinze (PP) e Paulo Paim (PT), que não devem tentar a reeleição. No total, o estado terá segundo turno de alinhavamento de alianças para 2026.
Mais de 8,6 milhões de gaúchos devem ir às urnas em outubro para escolher dois senadores. O pleito ocorre em meio a conversas sobre alianças partidárias em nível estadual, com candidaturas já bem encaminhadas.
Pré-candidatos ao Senado da chapa do vice-governador Gabriel Souza (MDB) foram confirmados neste fim de semana, em evento com o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab. A partir disso, Germano Rigotto (MDB) e Frederico Antunes (PSD) aparecem como opções no cenário.
Cenário dos blocos que disputam o Senado
A chapa de Luciano Zucco (PL) já definiu as candidaturas para o Senado: Marcel van Hattem (Novo) e Ubiratan Sanderson (PL). Do lado de Edegar Pretto (PT), já consta Manuela d’Ávila (PSOL) e Paulo Pimenta (PT).
O PDT negocia a nível federal uma aliança com o PT no RS e, por ora, não lançou nomes para o Senado na chapa de Juliana Brizola. O PSDB, thumbnails de Marcelo Maranata, sondou Yeda Crusius, mas ainda não definiu os nomes.
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