- O senador Carlos Viana afirmou que não cometeu irregularidade ao destinar R$ 3,6 milhões de emenda parlamentar à Fundação Oásis, ligada à Igreja Batista da Lagoinha, em Belo Horizonte.
- A suspeita ganhou força após o ministro Flávio Dino, do STF, pedir esclarecimentos sobre os repasses e ampliar a apuração.
- Dino determinou que a fundação, as prefeituras de Belo Horizonte e Capim Branco e o governo federal apresentem, em até dez dias, toda a documentação dos repasses.
- Viana disse que já destinou recursos a centenas de entidades, destacando que as transferências foram feitas via convênios com prefeituras e que não houve ingerência dele.
- Ele afirmou que a CPMI do INSS terminou sem relatório final, mas que as investigações continuam e que os inquéritos devem apontar responsabilidades.
O senador Carlos Viana (Podemos-MG) afirmou, nesta terça-feira (31), que não cometeu irregularidades ao destinar R$ 3,6 milhões de emenda parlamentar para a Fundação Oásis, ligada à Igreja Batista da Lagoinha, em Belo Horizonte.
As suspeitas surgiram após o ministro Flávio Dino, do STF, solicitar esclarecimentos sobre o envio de emenda à fundação. Na segunda (30), Dino decidiu ampliar a apuração após os relatos de falta de transparência nos repasses.
Na decisão de hoje, Dino determinou que a fundação, as prefeituras de Belo Horizonte e Capim Branco, e o governo federal apresentem, em até dez dias, toda a documentação referente aos repasses das emendas.
Viana, em Brasília, disse que já destinou recursos para centenas de entidades, incluindo a Lagoinha, via convênios com prefeituras, e afirmou não ter ingerência sobre o uso do dinheiro.
Ele ressaltou que as prefeituras são responsáveis por detalhar a aplicação dos recursos e que, se houver falhas, as emendas serão responsabilizadas. O senador também citou a continuidade das investigações após a CPMI do INSS.
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