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Servidor é exonerado por transferir Bacellar em carro blindado particular no RJ

Servidor é exonerado após transferir Rodrigo Bacellar em carro blindado de uso pessoal sem anuência, com sindicância em curso

Rodrigo Bacellar foi transferido do presídio de Benfica para Bangu 8
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  • A Secretaria de Estado de Polícia Penal (Seppen) exonerou o servidor João Henrique Marques da Silva após identificar irregularidades no transporte do ex-deputado Rodrigo Bacellar.
  • O traslado ocorreu do presídio Benfica para o Presídio Pedrolino Werling de Oliveira, em Bangu 8, na zona oeste do Rio de Janeiro, usando um carro blindado de uso particular.
  • O procedimento contrariou os protocolos operacionais, já que o veículo escolhido não era oficial.
  • Não houve anuência da gestão para a transferência, classificada como atípica, e a corregedoria instaurou uma sindicância para apurar responsabilidades.
  • A Seppen destacou que as ações no sistema prisional seguem protocolos rigorosos de monitoramento e controle, repudiando práticas fora das normas.

A Seppen exonerou nesta terça-feira o servidor João Henrique Marques da Silva após identificar irregularidades no transporte do ex-deputado Rodrigo Bacellar. A transferência ocorreu da Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica, para o Presídio Pedrolino Werling de Oliveira, em Bangu 8, na zona oeste do Rio de Janeiro.

Segundo a pasta, o policial penal utilizou um carro blindado de uso pessoal, e não um veículo oficial, contrariando os protocolos operacionais da instituição. Não houve anuência da gestão para o procedimento, classificado como atípico.

Além da exoneração, há uma sindicância instaurada pela corregedoria da Seppen para apurar as circunstâncias e responsabilidades envolvidas. A secretaria afirma que as ações no sistema prisional seguem protocolos rigorosos, com monitoramento e controle permanentes, e que não compactua com práticas inadequadas.

Exoneração e apurações

A medida administrativa foi tomada após a constatação de conduta incompatível com as diretrizes institucionais, especialmente no deslocamento de presos sem autorização e fora dos padrões definidos. A corregedoria investiga eventuais falhas administrativas e responsabilidades do servidor.

Contexto operacional

A Seppen reforçou que as transferências de presos devem obedecer a regras claras de segurança e uso de veículos oficiais. A secretaria destacou que, mesmo em situações de urgência, os procedimentos padronizados precisam ser seguidos para evitar riscos operacionais.

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