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2026 terá mais governadores fora da eleição do que em 2022 e 2018

Oito governadores não disputarão as eleições de 2026, mantendo o mandato; prazo de desincompatibilização vence em quatro de abril

Oito governadores em 2º mandato cumprirão gestão até o fim
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  • Oito governadores de estados com mandato de segundo mandato decidiram permanecer no cargo até o fim e não disputar a eleição de 2026; o prazo para desincompatibilização é 4 de abril de 2026.
  • O total de chefes de Executivo estaduais fora da disputa neste ano é maior do que em 2022 (cinco) e 2018 (quatro).
  • Entre os que não concorrerão estão Fátima Bezerra (RN), Wanderlei Barbosa (TO), Paulo Dantas (AL), Wilson Lima (AM) e Marcos Rocha (RO); Carlos Brandão (MA) também não disputará outro cargo.
  • Os outros dez governadores em segundo mandato devem disputar as eleições, com alguns já anunciando pré-candidaturas ou renúncias.
  • A lista de nomes em disputa inclui Gladson Cameli, Antonio Denarium, Ibaneis Rocha, Renato Casagrande, Ronaldo Caiado, Mauro Mendes, Romeu Zema, Helder Barbalho, João Azevêdo e Cláudio Castro.

O número de governadores que não disputam as eleições de 2026 é maior este ano do que em 2022 e 2018. Dos 27 chefes de Executivo, oito decidiram permanecer no cargo até o fim do mandato, sem concorrer à reeleição. O prazo para desincompatibilização vence em 4 de abril de 2026.

Entre os que não poderão concorrer, alguns já anunciaram a permanência até o término do mandato. No Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra informou que a candidatura ao Senado foi inviabilizada após rompimento com o vice-governador. Em Tocantins, Wanderlei Barbosa afirmou que concluirá o mandato. Em Alagoas, Paulo Dantas disse que ficará no cargo até 2030.

Amazonas também mantém o governador, Wilson Lima, para dar continuidade à gestão. Em Rondônia, Marcos Rocha afirmou que não disputará nenhum cargo e cumprirá o mandato. No Maranhão, Carlos Brandão, que assume após a saída de Flávio Dino, não disputará novo mandato.

No mesmo grupo, outros estados já sinalizam candidatura de gestores de 2º mandato, mantendo-se no processo político para 2026.

Desincompatibilização e candidatos

  • Gladson Cameli, Acre (PP) — pré-candidato ao Senado (renunciou)
  • Antonio Denarium, Rondônia (PP) — pré-candidato ao Senado (renunciou)
  • Ibaneis Rocha, Distrito Federal (MDB) — pré-candidato ao Senado (renunciou)
  • Renato Casagrande, Espírito Santo (PSB) — pré-candidato ao Senado (renunciou)
  • Ronaldo Caiado, Goiás (PSD) — pré-candidato à Presidência (renunciou)
  • Mauro Mendes, Mato Grosso (União Brasil) — pré-candidato ao Senado (renunciou)
  • Romeu Zema, Minas Gerais (Novo) — pré-candidato à Presidência (renunciou)
  • Helder Barbalho, Pará (MDB) — pré-candidato ao Senado (renunciou)
  • João Azevêdo, Paraíba (PSB) — deve deixar o cargo para disputar o Senado
  • Cláudio Castro, Rio de Janeiro (PL) — deve disputar o Senado sub judice, conforme decisão do TSE

Observa-se o ritmo de desincompatibilização até 4 de abril de 2026 para quem ainda pode renunciar, conforme a legislação eleitoral. A tendência atual indica que o número de chefes de Executivo fora da disputa aumentará em comparação com 2022 e 2018.

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