- A Caixa Econômica Federal bloqueou saques em dinheiro de emendas parlamentares e passou a rastrear o destino dos recursos após decisão do ministro Flávio Dino.
- A medida proíbe a retirada em espécie dessas verbas, impondo circulação apenas por meios eletrônicos para garantir rastreabilidade.
- O sistema implementado pela Caixa passa a monitorar as chamadas emendas PIX, com controle da movimentação financeira.
- A instituição integrou seus sistemas à plataforma Transferegov para identificar o beneficiário final de cada repasse e acompanhar a execução dos pagamentos.
- O uso em larga escala depende de projeto-piloto do governo federal, antes de aplicar recursos do Orçamento de 2026.
A Caixa Econômica Federal informou ao STF que passou a bloquear saques em dinheiro de emendas parlamentares, e a rastrear o destino dos recursos. A decisão atende ao ministro Flávio Dino, que proibiu a retirada em espécie dessas verbas no início de março, como forma de ampliar a rastreabilidade.
A medida foca nas chamadas emendas PIX, garantindo que os pagamentos circulem apenas por meios eletrônicos, transferências bancárias e pix. O objetivo é reduzir riscos de corrupção e ocultação de recursos públicos destinados aos parlamentares.
A implementação ocorre enquanto o governo avalia a ampliação do sistema, ainda em fase de piloto. A Caixa informou que concluiu a integração com a plataforma Transferegov, para identificar beneficiários finais e acompanhar a execução dos repasses.
Avanço tecnológico e próximo passo
A instituição informou que o fluxo de recursos emendas passa a acontecer de forma digital monitorada, com controle sobre movimentações. O projeto-piloto é coordenado pelo governo federal antes de uso em larga escala com recursos do Orçamento de 2026.
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