- AtlasIntel aponta Cleitinho Azevedo (Republicanos) na frente para o governo de Minas, com 32,7% das intenções de voto, frente a 28,6% de Rodrigo Pacheco (que vai se filiar ao PSB); a pesquisa foi realizada com 2.195 pessoas, entre 25 e 30 de março de 2026, com margem de erro de 2 pontos percentuais.
- No quadro de cenários de segundo turno, Cleitinho Azevedo lidera o embate contra Pacheco, com 47% a 42%.
- No segundo cenário de segundo turno, Rodrigo Pacheco aparece com 43% ante Mateus Simões, com 31%.
- No terceiro cenário, Cleitinho Azevedo tem 51% frente a Alexandre Kalil, com 36%.
- No quarto cenário, Kalil fica com 40% e Mateus Simões soma 32%.
O AtlasIntel divulgou nesta quarta-feira uma leitura sobre a disputa pelo governo de Minas Gerais. Segundo o levantamento, em um eventual segundo turno, o senador Cleitinho Azevedo, do Republicanos, aparece com 47% das intenções de voto ante 42% de Rodrigo Pacheco, que deve se filiar ao PSB. O estudo foi realizado entre 25 e 30 de março de 2026.
A pesquisa aponta também cenários de 1º turno, no qual Cleitinho registrou 32,7% e Pacheco, 28,6%. Kalil fica em 11,7%, Viana com 7,5% e Mateus Simões em 6,2%. Brancos e nulos somam 1,8% e quem não sabe responder chega a 3,8%. A amostra total alcançou 2.195 entrevistados.
Em outro cenário, Cleitinho tem 40,5% e Kalil 29,4%. Mateus Simões aparece com 8,7% e Gabriel Azevedo com 5,3%. Brancos/nulos somam 5,9% e não souberam/não responderam 6,5%. Os percentuais variam conforme o cenário avaliado.
Cenários de 2º turno
A AtlasIntel também simulou quatro cenários de segundo turno. Em 1º, Cleitinho aparece com 47% frente a 42% de Pacheco, com 11% de indecisos. No 2º, Pacheco vence com 43% sobre 31% de Mateus Simões, e 26% de indecisos. No 3º, Cleitinho tem 51% sobre 36% de Kalil, com 14% de votos em branco/nulo. No 4º, Kalil fica com 40% contra 32% de Mateus Simões, com 28% de indecisos.
A pesquisa foi registrada no TSE sob os números BR-05686/2026 e MG-01664/2026, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O estudo custou R$ 75.000, pago com recursos próprios.
Entre na conversa da comunidade