- Lula encaminhou ao Senado a mensagem que formaliza a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal; a vaga estava aberta desde outubro de dois mil e vinte e cinco.
- Com o envio, o Senado inicia a análise do nome, que segue para a Comissão de Constituição e Justiça e será designado um relator.
- A sabatina ocorre na CCJ; se houver parecer favorável, o nome vai ao plenário, onde a aprovação requer maioria absoluta, ou seja, quarenta e um votos a favor.
- Caso confirmado, Messias assumirá os processos remanescentes do gabinete e integrará a segunda turma do tribunal.
- Perfil: Jorge Messias tem quarenta e cinco anos, é natural de Pernambuco, formado em direito pela Universidade Federal de Pernambuco e mestre pela Universidade de Brasília; é atual advogado-geral da União desde 2023, com experiência no Banco Central, no BNDES e participação na equipe de transição do governo; sua relação com o presidente Lula remonta ao governo de Dilma Rousseff.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva encaminhou ao Senado Federal, nesta terça-feira, 31, a mensagem que formaliza a indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal. A vaga está aberta desde outubro de 2025. O envio desencadeia a análise oficial do nome pelo Senado.
O documento foi publicado no Diário Oficial da União e, em seguida, encaminhado à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde será designado um relator para avaliar a indicação. A partir dessa etapa, Messias passa pela sabatina na CCJ e, se houver parecer favorável, segue para votação no plenário.
A aprovação do nome depende de maioria absoluta, ou seja, ao menos 41 votos favoráveis, segundo informações da revista Oeste. A vaga surgiu com a aposentadoria do ministro Luís Roberto Barroso, após mais de 12 anos na Corte.
Perfil de Jorge Messias
Jorge Messias tem 45 anos e é natural de Pernambuco. É formado em Direito pela UFPE e possui master em Direito pela UnB. Ingressou na Advocacia-Geral da União como procurador da Fazenda Nacional e, desde 2023, ocupa o cargo de advogado-geral da União.
Ao longo da carreira, atuou no Banco Central e no BNDES, além de integrar a equipe de transição do governo. Entre outros cargos, já foi subchefe para Assuntos Jurídicos da Presidência, secretário no Ministério da Educação e consultor jurídico em diferentes órgãos.
A relação com o presidente ressurge no período do governo Dilma Rousseff, quando seu nome ganhou projeção nacional após citações em investigações da Operação Lava Jato.
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