- O ex-presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco, filiou‑se ao PSB em ato realizado nesta quarta-feira, 1º de abril, em Brasília, e afirmou que o estado de Minas Gerais precisa de uma reconstrução.
- Em discurso no evento, Pacheco criticou o governo de Romeu Zema (Novo) em Minas e defendeu valorização de servidores e rompimento com a lógica de sucateamento da máquina pública.
- Estiveram presentes o vice‑presidente Geraldo Alckmin e o prefeito de Recife, João Campos, além de nomes como Márcio França, Otacílio Neto e Rodrigo Rollemberg.
- A filiação ocorreu após semanas de tratativas; as conversas anteriores incluíram encontro entre Pacheco e Campos em Brasília e havia expectativa sobre adesão à sigla.
- O político aguardava contrapontos do MDB e do União Brasil antes de se filiar, e a janela partidária se encerra em 3 de abril; Pacheco quer neutralidade na eleição presidencial e autonomia do diretório estadual para decidir o palanque.
Rodrigo Pacheco formalizou a filiação ao PSB nesta quarta-feira, 1º de abril, em Brasília. O ex-presidente do Congresso deixou outra sigla para integrar a base do PSB. O objetivo declarado é promover reconstrução em Minas Gerais, rompendo com o que ele chamou de sucateamento da máquina pública.
No discurso, o senador criticou o governo de Romeu Zema (Novo) em MG e defendeu um caminho de progresso, valorização de servidores e reconstrução estadual. O PSB destacou o compromisso de apoiar essa leitura para Minas. A participação reiterada de lideranças da sigla foi enfatizada.
Participaram do ato o vice-presidente Geraldo Alckmin, o prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João Campos, além de outros nomes como Márcio França, Otacílio Neto e Rodrigo Rollemberg. A filiação ocorreu após semanas de tratativas, incluindo um jantar em Brasília no dia 25 de março.
A estratégia ocorreu na fase final da janela partidária, que se encerra na sexta-feira, 3 de abril. Pacheco esperava condições como neutralidade do PSB na eleição presidencial e autonomia para o diretório estadual, para facilitar a costura de alianças no estado.
Segundo interlocutores, o petismo aposta que a filiação de Pacheco possa alavancar votos para Lula em Minas. O senador manteve conversas com MDB e União Brasil antes de confirmar a mudança de sigla. O objetivo é ampliar o palanque do PT no estado sem comprometer o desenho da chapa local.
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