- O senador Rodrigo Pacheco deixou o PSD e se filiou ao PSB em Brasília, acompanhado pelo presidente do PSB, João Campos, e pelo vice-presidente Geraldo Alckmin.
- Ele afirmou não ter definido a candidatura ao governo de Minas Gerais e que a decisão será tomada após diálogos com lideranças mineiras na próxima semana.
- Pacheco não descartou a possibilidade de não encabeçar a chapa em MG, indicando que pode haver outro nome que represente o projeto do estado.
- O senador disse que ouvirá, entre outros, Lula, Aécio Neves e Alexandre Kalil antes de decidir, e revelou ter conversado com o presidente Lula antes do ato.
- Em sua fala, defendeu a democracia, o combate ao totalitarismo e a responsabilidade fiscal, criticando excesso de foco em redes sociais.
O senador Rodrigo Pacheco oficializou a troca do PSD pelo PSB nesta quarta-feira, 1º de abril, em Brasília. A filiação ocorreu na sede do PSB e contou com a presença do presidente do partido, João Campos, e do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin. Ele não confirmou ainda se disputará o governo de Minas Gerais.
Pacheco afirmou que a definição sobre a candidatura mineira depende de diálogos com lideranças estaduais e nacionais, incluindo Lula, Aécio Neves e Alexandre Kalil, e ocorrerá após as conversas da próxima semana. Ele sinalizou que pode haver outro nome na chapa, caso haja condições.
O senador também destacou que a decisão sobre as eleições será tomada até a convenção, com foco no conjunto de chapas ao governo e ao Senado. Ele ressaltou o histórico do PSB na defesa da democracia e citou posicionamentos do partido contra o totalitarismo.
Em tom político, Pacheco defendeu a união de democratas para enfrentar riscos como negacionismo e rupturas institucionais. Ele lembrou ações do PSB na defesa da ciência, da vacinação e de políticas públicas responsáveis durante momentos críticos do país.
Sobre a gestão pública, Pacheco defendeu responsabilidade fiscal como base para um partido moderno. Ele criticou o uso excessivo de redes sociais para o debate público e reiterou que entregas efetivas devem acompanhar as ações propostas pelo PSB.
Trajetória do político: fundador de carreira no Congresso, Pacheco já foi deputado e presidente do Senado desde 2021. O cenário mineiro tem Lula apoiando publicamente uma candidatura dele, o que motivou o atual movimento de articulação após conversas com o presidente.
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