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PF afasta desembargadores e assessores do TJ do Maranhão

Operação da Polícia Federal afasta desembargador e assessores do TJ do Maranhão, apontando esquema de venda de sentenças e uso de propina

O inquérito analisa novos indícios de um esquema de corrupção ativa passiva com a venda de decisões judiciais no TJMA.
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  • A Polícia Federal deflagrou a 1ª fase da operação Inauditus nesta quarta-feira, 1 de abril de 2026, visando esquema de venda de decisões no Tribunal de Justiça do Maranhão.
  • Foram afastados um desembargador em exercício e cinco assessores; já estavam afastados um segundo desembargador e juízes de 1ª instância.
  • A investigação autorizou prisão preventiva do principal operador do esquema, ex-assessor do TJ, além de tornozeleira eletrônica, bloqueio de acesso a sistemas e sequestro de bens no total de R$ 50 milhões.
  • Diligências foram realizadas em São Luís, São José de Ribamar, Arari, Balsas, Bacabal e Guimarães (MA), além de Fortaleza (CE), São Paulo (SP) e Lagoa Seca (PB).
  • Segundo a PF, o esquema envolvia direcionamento de decisões, celeridade seletiva, distribuição por prevenção e participação de escritórios de advocacia e empresas para ocultar recursos e lavar dinheiro.

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira a 1ª fase da operação Inauditus, que mira suposto esquema de venda de decisões no Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA). A ação contou com afastamento de 1 desembargador em exercício e 5 assessores do TJ, além de avanço em investigações sobre outros magistrados já afastados.

Conforme o inquérito, o STJ autorizou prisão preventiva do principal operador do esquema, um ex-assessor do TJ-MA. Também houve proibição de acesso às instalações e sistemas, uso de tornozeleira eletrônica e sequestro de bens no valor de 50 milhões de reais.

Foram cumpridos mandados em São Luís e cidades vizinhas, como São José de Ribamar, Arari, Balsas, Bacabal e Guimarães (MA), além de Fortaleza (CE), São Paulo (SP) e Lagoa Seca (PB). Investigação aponta direcionamento de decisões, com celeridade seletiva e distribuição viciada dos processos.

A PF apura ainda envolvimento de escritórios de advocacia e empresas na lavagem de dinheiro, com indícios de triangulação financeira e ocultação da origem dos recursos. Diligências indicaram atuação conjunta de servidores para beneficiar partes mediante propina.

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