- Mendonça Filho deixou o União Brasil após liderar o partido por quarenta anos e se filiou ao Partido Liberal (PL), ao lado de Flávio Bolsonaro.
- O ex-ministro da Educação no governo Michel Temer ingressou no PL nesta quarta-feira, com ênfase na atuação como opositor do PT e na defesa do funcionamento das instituições democráticas.
- A filiação contou com a presença do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto.
- O deputado já era cotado para a reeleição em outubro, após divergências sobre a federação do União Brasil com o Partido Progressista (PP).
- A PEC da Segurança Pública, enviada pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva, já foi aprovada na Câmara, tramita no Senado e enfrentou resistência do Ministério da Justiça, com atraso por ressalvas sobre a redução da maioridade penal.
Mendonça Filho deixou o União Brasil nesta quarta-feira (1) e ingressou no PL, sigla do ex-presidente Jair Bolsonaro. O deputado federal foi relator da PEC da Segurança Pública, enviada pelo governo Lula, ainda em tramitação no Senado. O ato ocorreu em meio a uma reconfiguração política.
O ex-ministro da Educação no governo Temer soma 40 anos de militância no partido, que já teve outros nomes, como PFL e DEM. A mudança ocorre em meio a discussões sobre o deduzido desempenho de sua atuação política e a busca por novos caminhos para a reeleição.
Detalhes da filiação e presença no evento
O evento contou com a presença do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto. Mendonça afirmou atuar como voz de oposição ao PT e defender a Constituição e a independência dos poderes.
Mendonça Filho já avaliava novas siglas para 2026, motivado por divergências no processo de federação entre União Brasil e PP. A mudança também reflete a busca por alinhamento com uma linha política de oposição ao PT.
PEC da Segurança: tramitação e resistência
A PEC da Segurança foi aprovada pela Câmara no início de março, enfrentando resistência do Ministério da Justiça e Segurança Pública. A gestão de Ricardo Lewandowski e de Wellington César gerou ressalvas sobre termos, como a redução da maioridade penal.
A tramitação segue no Senado, com o objetivo de estabelecer medidas de segurança pública que ampliem competências estaduais. O debate envolve a União Nacional e diferentes posições sobre prazos, regras e aplicação prática.
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