- O vice-presidente Geraldo Alckmin defendeu um ajuste fiscal “em cima dos privilégios e do desperdício”, e não sobre a população mais pobre, durante café com jornalistas na sede do Mdic, em 2 de abril de 2026.
- Ele afirmou que há espaço para ajuste nas contas públicas, com o objetivo de “fazer mais e melhor, com menos recursos”.
- Alckmin disse que esse entendimento é dele e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ressaltando a necessidade de uma atuação contínua para reduzir gastos.
- Economistas, agentes de mercado e instituições financeiras já criticam a condução da política fiscal do governo Lula, segundo reportagens relacionadas.
- Em fevereiro, a dívida bruta do Brasil chegou a 79,2% do PIB, equivalentes a R$ 10,2 trilhões.
O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB), afirmou nesta quinta-feira, 2 de abril de 2026, que há espaço para ajuste nas contas públicas, mas que o foco deve ser em privilégios e desperdício, não na população mais pobre. A declaração foi feita a jornalistas durante um café na sede do MDIC.
Segundo ele, essa é a visão compartilhada com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Alckmin disse que o objetivo é tentar fazer mais e melhor com menos recursos, reconhecendo o desafio de atender demandas públicas sem ampliar desigualdades.
Economistas, agentes do mercado e instituições financeiras têm criticado a condução da política fiscal do governo Lula. Dados oficiais indicam que a dívida bruta subiu para 79,2% do PIB em fevereiro, totalizando cerca de R$ 10,2 trilhões. O cenário sustenta debates sobre ritmo e qualidade dos ajustes fiscais defendidos pelo governo.
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