- Geraldo Alckmin, vice-presidente e ministro do Desenvolvimento e Indústria, confirmou que deixará o ministério para concorrer à reeleição e rebateu críticas dos EUA sobre o Pix.
- Ele afirmou não ver problemas nas transferências por Pix e que eventuais dúvidas são apenas explicações sobre o funcionamento.
- O vice destacou que o Pix é um sucesso, com custo zero ao contribuinte e uso intenso de meios digitais para depósitos.
- Questionamentos do governo norte-americano devem ser discutidos em conversa com o presidente Lula, ainda sem data marcada.
- Sobre regulamentação, Alckmin disse que o Brasil atuou apenas para proteger crianças e adolescentes (ECA digital), sem restrições extras a plataformas digitais.
Geraldo Alckmin, vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento e Indústria, rebateu questionamentos dos Estados Unidos sobre transferências pelo Pix. A declaração ocorreu nesta quinta-feira (2), durante entrevista a jornalistas no Brasil. Ele afirmou não ver problemas no funcionamento das transferências e disse que eventuais explicações sobre o Pix podem esclarecer dúvidas dos EUA.
Segundo Alckmin, o Pix é um sucesso que funciona com custo zero para o contribuinte e para o consumidor, utilizando meios digitais de forma eficiente. O vice-presidente destacou a praticidade de realizar depósitos com um simples clique, sem apontar entraves no sistema.
Ele afirmou que os questionamentos norte-americanos devem ser discutidos em diálogo com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, embora ainda não haja data agendada para a conversa. O tom foi de defesa da ferramenta e de disposição para esclarecimentos.
Interlocução com a Administração
O ministro comentou que a discussão com autoridades dos EUA deve ocorrer por meio de canais institucionais. Também reiterou que o Brasil não tem intenções de restringir plataformas digitais, apenas reforçou a necessidade de regras para segurança financeira.
Alckmin ressaltou ainda a regulação brasileira de plataformas digitais com foco na proteção de crianças e adolescentes. Segundo ele, a legislação é compatível com o princípio de combater abusos e estabelecer limites, sem deixar de fora a inovação.
Contexto regulatório e proteção infantil
O ministro citou o que chamou de ECA digital, mecanismo regulatório para evitar abusos contra menores. A regulamentação, de acordo com o ministro, é a única ação de caráter legal já implementada em relação a conteúdos digitais.
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