- O ministro Alexandre de Moraes ampliou nesta segunda-feira a área de restrição a drones perto da residência de Jair Bolsonaro, em Brasília.
- A ampliação, solicitada pelo Ministério Público Federal, passa a contemplar um raio de cerca de dois quilômetros ao redor da casa.
- A nova zona de exclusão busca evitar riscos à integridade física do ex-presidente e da família.
- Órgãos de segurança pública e a Polícia Federal devem fiscalizar e fazer cumprir a restrição.
- A medida usa base na Lei de Segurança Nacional e na regulamentação de drones no Brasil, com atuação da Polícia Federal e da Polícia Militar do Distrito Federal.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, ampliou nesta segunda-feira (2) a área de restrição a drones próximo à residência do ex-presidente Jair Bolsonaro, em Brasília. A decisão ocorreu após pedido do Ministério Público Federal e tem como objetivo ampliar a segurança do local.
A nova delimitação amplia a zona de exclusão para drones para cerca de 2 km ao redor da casa, situada na Asa Sul. A medida busca impedir a circulação de aeronaves não autorizadas, especialmente durante eventos públicos e visitas de autoridades.
Os órgãos de segurança pública, incluindo a Polícia Federal e o Departamento de Polícia Militar do Distrito Federal, devem implementar as ações de fiscalização e cumprimento da restrição. A decisão se fundamenta na Lei de Segurança Nacional e na regulamentação de uso de drones no Brasil.
A expectativa é que a fiscalização contribua para a proteção de Bolsonaro e de sua família, assegurando maior tranquilidade em torno do endereço. A ampliação reforça o compromisso das autoridades com a proteção de figuras públicas.
Entre na conversa da comunidade