- O ministro Alexandre de Moraes aumentou para 1 quilômetro a área de restrição para voos de drones na proximidade da casa do ex-presidente Jair Bolsonaro, em Brasília.
- A decisão foi tomada após solicitação da Polícia Militar, responsável pela vigilância do imóvel por 90 dias durante a prisão domiciliar de Bolsonaro.
- Na semana passada, Moraes já havia proibido voos no raio de 100 metros e autorizado a prisão de quem operar o drone.
- Pela manhã, a PM pediu a ampliação do perímetro para aumentar a segurança e evitar monitoramento indevido da residência.
- Bolsonaro cumpre desde sentença definitiva de 27 anos e três meses na ação penal da trama golpista.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, ampliou nesta quinta-feira a área onde voos de drones são proibidos nas proximidades da casa do ex-presidente Jair Bolsonaro, em Brasília. A decisão eleva o perímetro de 100 metros para 1 quilômetro.
A mudança ocorreu após pedido da Polícia Militar, responsável pela vigilância da residência por 90 dias, durante o cumprimento da prisão domiciliar do ex-presidente. A PM atua para evitar monitoramento indevido do imóvel.
Ampliação do perímetro de segurança
Na semana passada Moraes já havia determinado a proibição de drones em raio de 100 metros e autorizado a detenção de quem operar o equipamento. A nova decisão mantém a finalidade de proteger o local.
A PM justificou que o aumento do perímetro fortalece a segurança da área e facilita o controle de eventuais violações. A autoridade também destacou a necessidade de compatibilidade com a operação policial no caso.
Bolsonaro cumpre pena definitiva de 27 anos e três meses pela condenação na ação penal relacionada à trama golpista. A decisão de Moraes visa apoiar a vigilância durante o regime de prisão domiciliar.
A determinação mostra a preocupação com a integridade da residência e com o monitoramento de atividades na proximidade do imóvel. O Ministério Público não informou alterações adicionais no caso.
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