- Petrobras estuda cancelar o leilão de GLP realizado em 31 de março pela estatal.
- O leilão vendeu cerca de 11% do consumo previsto para abril; os lances subiram de aproximadamente 30% sobre o valor de refinaria a picos de até 117%.
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que o certame teve irregularidades e será anulado, apontando que foi feito contra a vontade da direção da Petrobras.
- Lula afirmou que houve aumento de 100% no ágio em algum lote e que o governo e a presidência da Petrobras não permitiriam que o preço do gás chegasse ao consumidor.
- O Ministério de Minas e Energia pediu à Senacon avaliação de possíveis práticas abusivas na comercialização do gás de cozinha; a Petrobras não respondeu até o momento.
O gás de cozinha teve o leilão de GLP realizado pela Petrobras em 31 de março sob avaliação interna sobre a possibilidade de cancelamento. O ajuste envolve a venda de uma fatia do volume previsto para o mês de abril.
Lula criticou o certame, afirmou que houve irregularidades e que a direção da Petrobras era contrária ao leilão. O presidente disse que o certame não seguiu a orientação do governo federal.
A disputa elevou preços, com lances iniciais próximos de 30% de ágio chegando a 117% em alguns lotes, o que pode impactar o valor final cobrado do consumidor. A Petrobras ainda não se posicionou oficialmente.
Medidas e avaliações
O Ministério de Minas e Energia acionou a Senacon para avaliar possíveis práticas abusivas na comercialização do GLP no mercado brasileiro, segundo informações oficiais.
A Petrobras não respondeu ao pedido de esclarecimento feito pela reportagem até o momento da publicação. O texto será atualizado caso haja manifestação oficial.
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