- Rui Costa deixou a Casa Civil nesta quinta-feira, 2 de abril de 2026, para ceder o posto a Miriam Belchior.
- A cerimônia ocorreu em Salvador, na Estação da Calçada, e destacou a entrega de obras do Novo PAC.
- Costa, ex-governador da Bahia, era figura central do governo e pretende disputar o Senado pelo estado.
- Assume a pasta Miriam Belchior, ex-ministra do Planejamento de Dilma Rousseff e atual secretária-executiva da Casa Civil.
- O governo segue com reforma ministerial ampla, enquanto Costa entra na estratégia para as eleições de outubro.
Rui Costa deixou nesta quinta-feira 2 de abril de 2026 o cargo de ministro-chefe da Casa Civil, acompanhado do presidente Lula, em Salvador. A cerimônia ocorreu na Estação da Calçada, marco simbólico para o ex-governador da Bahia, que passa o bastão a Miriam Belchior. O ato celebrou a conclusão de uma etapa de 3 anos e 3 meses à frente da pasta.
A cerimônia coincidiu com a entrega de obras do Novo PAC voltadas à mobilidade urbana e à contenção de encostas. Costa passa a se dedicar à campanha ao Senado pelo estado, enquanto o governo indica continuidade das ações inauguradas no período.
Costa, figura central no Planalto, deixa a Casa Civil com atuação marcante na articulação com o Congresso e no esforço de implementação de políticas fiscais. Lula reconheceu o papel da pasta como espaço de solução de demandas, ao longo de sua gestão.
Miriam Belchior assume a Casa Civil
Belchior, ex-ministra do Planejamento no governo Dilma Rousseff e atual secretária-executiva da Casa Civil, assume o cargo. Formada pela Unicamp, com mestrado pela FGV, ela já atuou como ministra e dirigiu a Caixa Econômica Federal entre 2015 e 2016.
Ela chega ao comando em meio a uma reforma ministerial que envolve a saída de 20 ministros para as eleições de outubro. A nomeação coloca técnica de carreira à frente de uma das pastas mais estratégicas do governo.
Costa descreveu Belchior como profissional competente e destacou a continuidade de ações já em andamento. A transição ocorre sem novos programas anunciados, conforme orientação presidencial para o período eleitoral.
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