- Cabo Daciolo anunciou filiação ao partido Mobilização Nacional e lançou pré-candidatura à Presidência neste ano, com a legenda “Cabo Daciolo 2026” nas redes sociais.
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- Ele já disputou a Presidência em 2018, ficando em sexto lugar, com cerca de 1,20% dos votos.
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- Em outubro do ano passado, ele já havia comunicado a pré-candidatura, dizendo que queria transformar a “colônia brasileira” em nação brasileira.
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- Ao longo da carreira, passou por diversos partidos (Psol, Avante, Patriota, Podemos, PL, Brasil 35, Pros, PDT) e já concorreu a diferentes cargos, incluindo a prefeitura do Rio.
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- Em outra eleição disputada, teve percentuais baixos nas candidaturas ao Legislativo, ficando em sexto lugar com 3,49% dos votos válidos.
O ex-deputado Cabo Daciolo anunciou nesta sexta-feira a filiação ao partido Mobilização Nacional e confirmou sua pré-candidatura à Presidência da República neste ano. A decisão foi comunicada por meio de publicação nas redes sociais, com a legenda Cabo Daciolo 2026.
Na mesma postagem, ele citou uma passagem bíblica e destacou a intenção de transformar a colônia brasileira em nação. A divulgação ocorreu apenas alguns meses após ter revelado pela primeira vez a pré-candidatura, em outubro do ano anterior.
Filiação e pré-candidatura atual
Daciolo informou que se filiou ao Mobilização Nacional e manteve o propósito de concorrer ao Palácio do Planalto em 2026. A ação marca o retorno do ex-parlamentar ao circuito eleitoral, após diversas mudanças de sigla ao longo da carreira.
Histórico político do candidato
Daciolo ficou conhecido em 2011 pela participação na greve dos Bombeiros do Rio de Janeiro. Em 2014 foi eleito deputado federal pelo Psol, passando por Avante, Patriota e Podemos, entre outras siglas, ao longo da trajetória pública.
Trajetória de disputas anteriores
Antes, em 2018, ficou em sexto lugar na disputa presidencial com 1,20% dos votos, filiado ao Patriota. Em 2020, saiu do PL após não obter apoio para a prefeitura do Rio. Em 2022, tentou governo do Rio pelo Pros, e depois filiou-se ao PDT visando o Senado, encerrando a eleição em sexto com 3,49%.
Sob supervisão de Fernanda Tavares
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