- Flávio Bolsonaro afirma em vídeo que não vai acabar com o Pix caso seja eleito presidente e diz que o Pix é um legado do presidente Bolsonaro.
- A pré-candidatura tem usado IA e redes sociais para negar boatos de que pretendia extinguir o Pix.
- Documento do Escritório de Representação Comercial da Casa Branca aponta o Pix como barreira aos interesses americanos no comércio exterior.
- Os Estados Unidos já haviam criticado o Pix em julho de dois mil e vinte e cinco, em processo de investigação comercial.
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também defendeu o Pix, dizendo que é do Brasil e que deve ser aprimorado para atender a sociedade.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) negou, em vídeo publicado nas redes sociais nesta quinta-feira, que pretende acabar com o Pix caso seja eleito presidente. Ele afirmou que o Pix é um patrimônio brasileiro e um legado do governo Bolsonaro.
A pré-campanha de Flávio tem utilizado inteligência artificial e redes sociais para afastar boatos sobre o fim do Pix, classificando as informações como falsas e sem sentido.
Contexto internacional e declarações oficiais
Um documento do USTR aponta o Pix como barreira imposta pelo Brasil aos interesses comerciais americanos, ressaltando tensões em negociações de comércio exterior.
Na mesma linha, registros de julho de 2025 indicam que o tema Pix já havia sido citado em avaliações comerciais dos Estados Unidos contra o Brasil.
Na quinta, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva também defendeu o Pix, afirmando que o serviço atende à sociedade brasileira e pode ser aprimorado para atender mais pessoas.
Entre na conversa da comunidade