- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou a saída dos ministros Geraldo Alckmin, da Desenvolvimento e Indústria, e Gleisi Hoffmann, da Relações Institucionais.
- A exoneração foi publicada em edição extra do Diário Oficial, mas ainda não há confirmação de substitutos.
- As pastas são consideradas estratégicas para 2026: Desenvolvimento negocia tarifas com os Estados Unidos, e Relações Institucionais cuida das negociações com o Congresso.
- A saída eleva o total de mudanças na Esplanada para 17, em meio ao movimento de ministros que buscam disputar cargos no pleito de outubro.
- Houve rearranjo recente entre Agricultura e Pesca: André Paula deixou Pesca e foi para Agricultura, gerando necessidade de substituto na pasta da Pesca.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou a saída dos ministros Geraldo Alckmin e Gleisi Hoffmann. A exoneração foi publicada nesta sexta-feira (3) em edição extra do Diário Oficial. Ainda não foram anunciados substitutos.
Alckmin comandava o Desenvolvimento e Indústria, e Gleisi estava à frente de Relações Institucionais. As pastas são vistas como estratégicas para 2026, com atuações centrais em negociações econômicas e políticas.
O Desenvolvimento coordena negociações de tarifas com os Estados Unidos, enquanto a SRI cuida das tratativas com o Congresso Nacional. A exoneração eleva para 17 o total de mudanças na Esplanada.
Ao todo, 16 ministros já se afastaram para disputar cargos nas eleições de outubro. O rearranjo entre Agricultura e Pesca levou André Paula à pasta da Agricultura, abrindo vaga na Pesca.
Movimentação na Esplanada
Abaixo, seguem as negociações em andamento para definição dos nomes. A publicação formal ainda não detalha substitutos, sinalizando continuidade do processo de escolha.
Fontes oficiais indicam que o objetivo é manter a continuidade da agenda prioritária, com nomes avaliados por critérios técnicos e políticos. A própria pauta de 2026 segue sob avaliação do Planalto.
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