- O Ministério do Empreendedorismo segue sem substituto oficial após a saída de Márcio França; a definição do novo titular cabe ao presidente do PSB, João Campos.
- França quer Maurício Juvenal, secretário nacional de Ambiente de Negócios, para assumir; Juvenal tem histórico com França quando este era governador de São Paulo.
- O atual secretário-executivo é Tadeu Alencar, ex-deputado e ex-secretário de Justiça; João Campos já sinalizou preferência por ele, mas a nomeação não está fechada.
- Fora do ministério, França ainda não tem definição para o futuro político, buscando espaço no Senado na chapa de Fernando Haddad ao Palácio dos Bandeirantes.
- França já foi cotado para o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, mas essa pasta permanece em interinidade, com possibilidade de que o secretário-executivo Márcio Elias Rosa assuma de forma definitiva.
O Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte permanece sem substituição oficial desde a saída do titular. A decisão sobre quem ficará no posto deve ser tomada pelo presidente do PSB, João Campos, segundo apuração.
Márcio França busca apoio para emplacar Maurício Juvenal, atual secretário nacional de Ambiente de Negócios, que tem relação próxima com o ex-ministro. Juvenal já atuou como secretário estadual de Planejamento e Gestão em São Paulo, entre 2015 e 2018.
O atual secretário-executivo da pasta é Tadeu Alencar, ex-deputado e ex-secretário do Ministério da Justiça, também do PSB. Aliados destacam a preferência de João Campos por Alencar, que já atua como interino na pasta. A nomeação definitiva ainda não foi fechada.
Envolvidos e panorama
Márcio França ainda não definiu seu futuro político. Ele tenta viabilizar candidatura ao Senado na chapa de Fernando Haddad, em São Paulo, para disputar o Palácio dos Bandeirantes.
França chegou a ser cotado para ocupar o MDIC, na visão de substituição de Geraldo Alckmin. Nessa via, Márcio Elias Rosa é apontado como possível titular definitivo, mantendo a pasta em interinidade.
Por ora, o Palácio do Planalto avalia que França seguirá como colaborador da campanha de Haddad, sem definição de papéis formais no governo. As informações indicam negociação em aberto entre as pautas partidárias e a gestão.
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