- Rogério Correia afirmou que o nome de Nikolas Ferreira é dado como certo na delação do banqueiro Daniel Vorcaro, e que a inelegibilidade do deputado mineiro pode ir à pauta se houver desdobramentos.
- Nikolas Ferreira teria utilizado um jato da Prime You, empresa ligada a Vorcaro, durante o 2º turno das eleições de 2022, entre 20 e 28 de outubro, em apoio à reeleição de Jair Bolsonaro.
- O parlamentar afirma que não contratou a aeronave e que a logística foi organizada por terceiros, dizendo que não é responsabilidade dele responder por ações de terceiros.
- Em vídeo publicado em março, Nikolas disse que não contratou o jato utilizado na caravana Juventude pelo Brasil e que o proprietário da aeronave só seria conhecido depois.
- Em nota enviada ao Poder360, o deputado ressalta que participou do evento por convite e que não tinha conhecimento, na época, de quem era o dono da aeronave, destacando ausência de vínculo com o proprietário.
Rogério Correia (PT-MG) afirmou na sexta-feira, 3 de abril de 2026, que o nome de Nikolas Ferreira (PL-MG) aparece com força na delação do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. O deputado mineiro disse que essa menção pode tornar a inelegibilidade de Nikolas tema da pauta.
Correia destacou, em rede social, que a relação entre Nikolas Ferreira e Vorcaro deve ser apurada, citando ainda o envolvimento do pastor Valadão e de um amigo de Nikolas como potenciais apontamentos da investigação. A postagem gerou repercussão entre demais setores públicos.
Nikolas Ferreira foi convidado a participar do 2º turno das eleições de 2022 em um voo de uma empresa associada a Vorcaro. Os voos ocorreram entre 20 e 28 de outubro, com apoio à reeleição de Jair Bolsonaro. O programa político Juventude pelo Brasil esteve na agenda da viagem.
Em março, Nikolas divulgou um vídeo afirmando não ter contratado o jato utilizado na caravana, dizendo que a logística ficou a cargo de terceiros. O deputado informou que a aeronave foi disponibilizada a convite, sem vínculo com o proprietário.
Na íntegra de nota, Nikolas afirma que o voo ocorreu há quatro anos, durante o segundo turno, e que não tinha conhecimento sobre a identidade do proprietário na época. Ele sustenta que participou apenas por convite à agenda de campanha, sem relação com o dono do avião.
Segundo o parlamentar, mesmo que houvesse tentativas de identificar o proprietário na época, não havia indícios que sugerissem irregularidade. A nota reitera que não houve qualquer vínculo comercial ou institucional com o proprietário, posteriormente identificado como Vorcaro.
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