- O prazo de desincompatibilização terminou neste sábado (4) e onze governadores renunciaram para concorrer a presidência ou ao Congresso neste ano.
- Os estados em que houve renúncia foram: Acre, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Rio de Janeiro e Roraima.
- No Planalto e no Congresso, Romeu Zema e Ronaldo Caiado vão concorrer à presidência; nove ex-governadores devem tentar vagas no Senado.
- Os governadores que buscam a reeleição não deixaram o cargo: Amapá, Bahia, Ceará, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Piauí, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe.
- Cláudio Castro, do Rio de Janeiro, foi considerado inelegível pelo Tribunal Superior Eleitoral em março de 2026, mas diz que continua na disputa pelo Senado e pode recorrer.
O prazo legal para desincompatibilização encerrou neste sábado (4), conforme a regra que afasta governadores seis meses antes do primeiro turno. Ao todo, onze governadores renunciaram para concorrer a novos cargos nas eleições deste ano. A mudança visa impedir uso da máquina pública em benefício de candidaturas.
Entre os estados, Gladson Cameli (AC), Wilson Lima (AM), Ibaneis Rocha (DF), Renato Casagrande (ES), Ronaldo Caiado (GO), Mauro Mendes (MT), Romeu Zema (MG), Helder Barbalho (PA), João Azevêdo (PB), Cláudio Castro (RJ) e Antonio Denarium (RR) deixaram os cargos. Cláudio Castro teve inelegibilidade decretada pelo TSE em março de 2026, por abuso de poder político e econômico, mas mantém a candidatura ao Senado no Rio.
Governadores que deixaram o cargo
Os titulares que saíram buscam vagas no Palácio do Planalto ou no Congresso Nacional. Zema e Caiado disputam a presidência da República, conforme os termos da eleição de 2026, e noves ex-governadores disputam o Senado, renovando dois terços da Casa.
Disputa à reeleição
Alguns governadores seguem na corrida à reeleição sem deixar o cargo. Entre eles estão Clécio Luís (AP), Jerônimo Rodrigues (BA), Elmano de Freitas (CE), Eduardo Riedel (MS), Raquel Lyra (PE), Rafael Fonteles (PI), Jorginho Mello (SC), Tarcísio de Freitas (SP) e Fábio Mitidieri (SE).
Planalto e Congresso
A movimentação indica foco de lideranças estaduais em comparação de cenários nacionais, com atenção à composição do Senado e à direção do Executivo federal. A renovação promete impactar disputas proporcionais e majoritárias deste ano.
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