Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Justiça investe na formação de promotoras populares para apoiar vítimas

Ministério da Justiça forma 1.200 promotoras populares em dez estados para incentivar denúncias e apoiar mulheres vítimas de violência, em resposta ao feminicídio

Programa de promotoras populares mira formação de mulheres para atuar contra violência de gênero
0:00
Carregando...
0:00
  • O Ministério da Justiça e Segurança Pública planeja formar mil duzentas promotoras populares no primeiro semestre, em dez estados, como parte do Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio.
  • A iniciativa é encabeçada pela Secretaria Nacional de Acesso à Justiça e busca incentivar líderes comunitárias e mulheres comuns a servir de referência para outras mulheres.
  • A secretária de Acesso à Justiça, Sheila Carvalho, afirma que as promotoras atuarão como catalisadoras de direitos nos territórios, ajudando a entender e reivindicar proteções e serviços.
  • Dados do ministério apontam que setenta por cento das mulheres vítimas de violência não registram boletim de ocorrência ou denunciam os casos.
  • O programa começou em João Pessoa, na Paraíba, no seis de março, e deve se expandir para Bahia, Rio Grande do Norte, São Paulo, Rio Grande do Sul, Ceará, Espírito Santo e Minas Gerais.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública lançou uma iniciativa para formar promotoras populares com o objetivo de incentivar denúncias e oferecer apoio a mulheres vítimas de violência. Ao longo do primeiro semestre, a meta é formar 1.200 promotoras em dez estados, dentro do Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio.

A ação é comandada pela Secretaria Nacional de Acesso à Justiça e mira tanto líderes comunitárias quanto mulheres comuns que possam servir de referência para outras mulheres. A secretária Sheila Carvalho reforçou que as promotoras devem atuar como catalizadoras locais, ampliando o conhecimento sobre direitos, canais de reivindicação e mecanismos de proteção.

Segundo o ministério, cerca de 70% das mulheres vítimas não registram ocorrência. O programa busca reverter esse quadro ao levar informações sobre direitos e caminhos de denúncia aos territórios, fortalecendo a atuação das instituições públicas de Justiça e Segurança.

Início e alcance do programa

O projeto foi lançado em João Pessoa, na Paraíba, no dia 6 de março e está em implantação gradual em outras regiões. A previsão é atingir dez estados, entre eles Bahia, Rio Grande do Norte, São Paulo, Rio Grande do Sul, Ceará, Espírito Santo e Minas Gerais.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais