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Caiado se muda para SP e busca vice para tornar chapa mais competitiva

Caiado muda-se para São Paulo para atingir eleitores desiludidos, ampliar base e buscar vice que aumente a competitividade da chapa

O pré-candidato do PSD à Presidência, Ronaldo Caiado, durante evento em SP — Foto: Reprodução/GloboNew
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  • Ronaldo Caiado deixou o governo de Goiás e mudou-se para São Paulo, morando na casa das filhas.
  • A capital paulista deve ser a principal base da campanha, com passagem esperada por Brasília e facilidade de deslocamento para outros estados.
  • Em março, Caiado confirmou a candidatura à presidência pelo PSD; a estratégia inicial é apresentar sua experiência e atrair o eleitor “desiludido”, não polarizado.
  • Entre as propostas, ele defende uma anistia ampla aos envolvidos na tentativa de golpe de 8 de janeiro como forma de reduzir a polarização.
  • A proximidade com a política estadual é usada para sustentar a imagem de governabilidade, com 88% de aprovação segundo a Quaest e expectativa de inserir mais propaganda de TV a partir de maio; na pesquisa, ele tinha 4% no primeiro turno e 32% contra 44% de Lula no segundo.

Ronaldo Caiado (PSD), pré-candidato à presidência, deixou o governo de Goiás e agora reside em São Paulo, na casa das filhas. A mudança ocorre em meio à campanha e à organização da nova etapa eleitoral.

O candidato afirmou à GloboNews, nesta terça-feira (7), que está morando na casa das filhas durante a disputa. A capital paulista é vista como base estratégica por facilitar deslocamentos e abrigar a sede do PSD.

São Paulo é apontada como o principal reduto eleitoral de Caiado, por ser o maior colégio do país. Parte da estratégia também inclui passagem por Brasília e a provável necessidade de suportar a agenda nacional.

Estratégia de campanha

Caiado confirmou a candidatura em 30 de março, em evento na sede do PSD, dias depois de se filiar ao partido em 14 de março, em Jaraguá, Goiás. A etapa inicial prioriza apresentar sua experiência na política e no governo estadual.

A tônica é conquistar eleitores desiludidos e não partidários, que costumam apoiar Lula (PT) ou Flávio Bolsonaro (PL) pela falta de opção. A campanha busca despolitizar a imagem em relação à polarização.

O ex-governador tem ressaltado uma meta de diferenciar-se pela voz do diálogo, destacando a popularidade de 88% de aprovação no governo estadual, segundo a Quaest. Afirmam que esse índice reflete abertura ao diálogo.

Cenário da vice-presidência

O cargo de vice permanece em aberto. Caiado disse que o nome precisa somar votos, e um aliado sugeriu favorecer maior tempo de propaganda na TV, variando conforme alianças. A disputa interna ocorre com a presença de Flávio Bolsonaro no campo de direita.

A campanha planeja veicular inserções de TV a partir de maio, conforme o arco de alianças definido. O desafio envolve consolidar apoio entre eleitores não polarizados e ampliar a exposição pública.

Dados de pesquisa da Quaest, divulgados em março, mostram Caiado com 4% das intenções de voto no primeiro turno naquela época, e 32% no segundo, diante de Lula, com 44%. Os números refletem o estágio inicial da candidatura.

O objetivo é ampliar o conhecimento do candidato entre o eleitorado que ainda não o conhece, destacando experiência governamental e a proposta de agenda para o país.

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