- Flávio Bolsonaro intensifica a articulação de palanques, com compromissos em Campo Grande, MS, e no Rio Grande do Sul, para ampliar alianças regionais.
- Em Mato Grosso do Sul, o principal nome cotado é a senadora Tereza Cristina, ex-ministra da Agricultura, considerada competitiva para a vice-presidência.
- A pré-campanha já reúne cerca de vinte palanques sólidos, número superior ao registrado por Jair Bolsonaro no mesmo estágio em 2022.
- A vaga de vice segue em aberto, com ao menos nove nomes na lista, incluindo perfis ligados ao setor produtivo.
- Entre os encontros recentes, houve participação de Simone Marquetto e de jantar em São Paulo com Paulo Skaf, Tarcísio de Freitas, Ricardo Nunes e representantes do setor privado.
O time da pré-campanha de Flávio Bolsonaro intensifica a construção de palanques estaduais, com compromissos públicos em Mato Grosso do Sul e no Rio Grande do Sul. A estratégia visa ampliar alianças regionais, prioridade neste estágio da corrida.
Na quinta-feira, 9 de abril de 2026, Flávio deve estar em Campo Grande (MS). O principal nome do estado é a senadora Tereza Cristina (PP-MS), também mencionada como possível vice. Ela é vista como candidata competitiva por seu histórico político e ligação ao setor empresarial.
Atualmente, o grupo de Flávio reúne cerca de 20 palanques considerados sólidos, número superior ao observado no mesmo estágio da disputa de 2022. A avaliação aponta que a ausência de base estadual estruturada foi um dos fatores da derrota então enfrentada.
O tema de vice permanece em aberto, com ao menos 9 nomes na lista. A tendência recente é considerar perfis do setor produtivo, além de políticos.
Entre os cotados está Simone Marquetto (PP-SP), que encontrou Flávio na terça-feira, 7 de abril. A deputada é bem avaliada pela equipe, mas ainda sem definição final.
Em São Paulo, Flávio participou de um jantar organizado pela Fiesp, com a presença do governador Tarcísio de Freitas e do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, além de representantes do setor privado. O objetivo foi reforçar vínculos com o empresariado.
A proposta central é que o vice-presidencial agregue mais do que identidade partidária, ampliando alianças, facilitando o acesso ao mercado e fortalecendo a presença em regiões estratégicas. A definição, porém, deve ficar para etapas futuras, condicionada ao avanço das alianças regionais.
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