- Planalto ficou contrariado com a declaração de Hugo Motta de que o governo não enviaria mais um projeto de lei para terminar com a escala 6×1 e a redução da jornada de trabalho.
- interlocutores do governo negam sinalização de desistência e dizem que a intenção continua sendo enviar um projeto em regime de urgência constitucional.
- A ideia é enviar o projeto em regime de urgência para tramitar no prazo de até quarenta e cinco dias, travando a pauta da Câmara.
- Motta afirmou que o Planalto optou por apoiar a tramitação da medida por meio de uma proposta de emenda à constituição (PEC), sinalizada pelo líder do governo, José Guimarães.
O Palácio do Planalto ficou contrariado com a declaração do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, de que o governo não enviaria mais um projeto de lei com o fim da escala 6×1 e a redução da jornada de trabalho.
Interlocutores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmaram que não houve sinalização nesse sentido e que a fala de Motta foi mal recebida no Planalto. A versão oficial segue sendo outra, sem mudanças nesse posicionamento.
Fontes do governo dizem que a linha continua sendo encaminhar um PL em regime de urgência constitucional para tratar do tema, travando a pauta da Câmara caso não seja votado em até 45 dias.
Mais cedo, Motta afirmou, em entrevista coletiva, que o Planalto optou por apoiar a tramitação da 6×1 e da redução da jornada por meio de uma PEC, decisão apresentada pelo líder do governo, José Guimarães.
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