- Valdemar Costa Neto, presidente nacional do PL, disse que, se o partido não vencer a eleição presidencial, Bolsonaro ficará mais dez anos preso; a declaração foi feita em evento do Bradesco em São Paulo, nesta terça-feira, 7.
- Segundo ele, não há como perder a eleição, salvo por eventual falta de capacidade do PL.
- Afirmou que a derrota de 2022 ocorreu por causa da teimosia de Bolsonaro ao insistir em manter Braga Netto como vice, em vez de discutir Tereza Cristina.
- Sobre a briga entre Eduardo Bolsonaro e Nikolas Ferreira, disse que é necessário um entendimento e que vai jantar com Nikolas e a equipe dele; no dia 19 vai a Miami encontrar Eduardo para conversar com cada um.
- Ressaltou a necessidade de união entre membros do partido para a vitória neste ano, citando que a eleição será equilibrada e que o Lula pode gastar mais para tentar ampliar a diferença.
Valdemar Costa Neto, presidente nacional do PL, disse, durante um evento do Bradesco em São Paulo nesta terça-feira (7), que, caso o partido não vença a eleição presidencial deste ano, Jair Bolsonaro deverá permanecer preso por mais dez anos. A afirmação foi dada no contexto de avaliação sobre as chances do PL no pleito.
Segundo Valdemar, o PL não tem como perder a eleição, a menos que haja falha de capacidade interna. Ele citou a teimosia do ex-presidente como um dos principais motivos da derrota em 2022, atribuída à decisão de manter Braga Netto na vice-presidência.
Desentendimentos internos e agenda de reunião
O dirigente destacou que a briga entre membros do partido precisa de entendimento, citando a troca de farpas entre Eduardo Bolsonaro e Nikolas Ferreira como negativa para a imagem da legenda. Ele afirmou que pretende solucionar as divergências em reuniões com as respectivas equipes.
Valdemar informou planos de encontros para resolver as diferenças. Disse que vai jantar com Nikolas Ferreira e a sua equipe e que, no dia 19, viajará a Miami para conversar com Eduardo Bolsonaro. O objetivo é reduzir ruídos internos e ampliar o foco na campanha.
O presidente do PL também ressaltou a importância de um alinhamento entre filiados para a divulgação de propostas e para manter o ritmo da campanha, em um momento considerado de disputa acirrada com o atual presidente Lula. Ele enfatizou que todas as tratativas devem buscar evitar perdas de apoio.
Entre na conversa da comunidade