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Vereador interrompe cerimônia no Planalto e afirma ter sido ameaçado de morte

Vereador de Aripuanã afirma ter recebido ameaças de morte após denunciar irregularidades da prefeitura, durante cerimônia no Planalto

Demazzi falou durante a cerimônia de assinatura do Protocolo Nacional de Investigação de Crimes contra Jornalistas e Comunicadores
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  • O vereador de Aripuanã (MT), Luciano Demazzi (União Brasil), interrompeu uma cerimônia no Palácio do Planalto na terça-feira, 7 de abril de 2026, alegando ter recebido ameaças de morte na cidade.
  • Ele afirma que as intimidações começaram após denunciar irregularidades da prefeitura relacionadas a mudanças no projeto de instalação de uma usina solar fotovoltaica e ao Ibama.
  • Demazzi disse que recebeu mensagens de texto coagindo-o a não se envolver com a usina.
  • O evento no Planalto foi a assinatura do Protocolo Nacional de Investigação de Crimes contra Jornalistas e Comunicadores, com participação de autoridades e imprensa.
  • Entre os presentes estavam o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, Sidônio Palmeira (ministro da Secom), Janine Mello (ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania), Maria Rosa Guimarães Loula (secretária Nacional de Justiça) e Laércio Portela (secretário de Imprensa).

O vereador de Aripuanã (MT), Luciano Demazzi (União Brasil), interrompeu uma cerimônia no Palácio do Planalto na terça-feira, 7 de abril de 2026, para afirmar que sofre ameaças de morte na cidade. Segundo ele, as intimidações começaram após denunciar irregularidades da prefeitura.

Demazzi disse ter encaminhado denúncias ao Ibama sobre mudanças no projeto de instalação de uma usina solar fotovoltaica no município. Em mensagens de texto, ele afirma ter sido coagido a não se envolver com a obra.

O episódio aconteceu durante a assinatura do Protocolo Nacional de Investigação de Crimes contra Jornalistas e Comunicadores, compromisso assinado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. A cerimônia contou com autoridades de outras pastas.

Entre os presentes estavam Sidônio Palmeira, ministro da Secretaria de Governo, Janine Mello, ministra dos Direitos Humanos e Cidadania, Maria Rosa Guimarães Loula, secretária Nacional de Justiça, e Laércio Portela, secretário de Imprensa. Não houve esclarecimentos imediatos da prefeitura de Aripuanã.

A reportagem do Poder360 entrou em contato com a prefeitura para ouvir posição sobre as declarações de Demazzi, mas não houve resposta até a publicação. O texto será atualizado caso haja manifestação oficial.

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