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42% veem poder do Judiciário como ameaça à democracia

Pesquisa aponta que 42,5% veem concentração de poder no Judiciário como maior ameaça à democracia; corrupção e polarização aparecem logo abaixo

O presidente do STF, Edson Fachin, e o decano Gilmar Mendes, durante sessão plenária
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  • 42,5% dos participantes da pesquisa Meio/Ideia, realizada entre 3 e 7 de abril por telefone, consideram a concentração de poder no Judiciário a maior ameaça à democracia brasileira.
  • Além desse grupo, 16,5% apontam a corrupção dos políticos e 13% indicam a polarização entre esquerda e direita como principais ameaças.
  • Desinformação e fake news aparecem em quarto lugar, com 9,7%, seguidas de 9,1% que citam a influência estrangeira nas eleições.
  • 4,3% afirmam que a democracia não está ameaçada e 4,7% não souberam responder.
  • A pesquisa ouviu 1.500 pessoas, teve margem de erro de 2,5 pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%, com protocolo BR-00605/2026 no Tribunal Superior Eleitoral.

A menos de uma semana das primeiras semanas de abril, a pesquisa Meio/Ideia divulgou que 42,5% dos brasileiros consideram a concentração de poder no Judiciário a maior ameaça à democracia do país neste momento. O levantamento foi realizado entre os dias 3 e 7 de abril, via ligação telefônica, com 1.500 entrevistados.

Entre os respondentes, 16,5% apontaram a corrupção entre políticos como o principal risco ao sistema democrático, seguido de 13% que destacaram a polarização entre esquerda e direita como maior perigo. Desinformação e fake news ficaram em quarto lugar, com 9,7% das menções, enquanto 9,1% atribuíram esse papel à influência estrangeira nas eleições.

Ainda conforme o levantamento, 4,3% dos entrevistados disseram acreditar que a democracia não está ameaçada, enquanto 4,7% não souberam responder.

Metodologia

A pesquisa entrevistou 1.500 pessoas entre 3 e 7 de abril, por telefone. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. O estudo foi realizado com recursos próprios do instituto e registrado no TSE com o protocolo BR-00605/2026.

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