- Em pesquisa divulgada nesta quarta-feira (8), a Meio/Ideia aponta que 51% dos eleitores ainda podem mudar o voto para a Presidência.
- O levantamento mostra que, no começo do ano, a maioria dizia já ter decidido, mas agora há mais eleitores em processo de decisão.
- Entre apoiadores de Luiz Inácio Lula da Silva, a tendência de manter o voto é maior; na oposição, a incerteza é mais elevada, com mais nomes na disputa.
- O cenário continua apertado e pode depender de fatores econômicos, como custo de vida e endividamento.
- Soluções para os problemas econômicos serão decisivas para atrair votos dos indecisos.
A pesa pesquisa Meio/Ideia revela uma mudança de comportamento dos eleitores na corrida presidencial de 2026. Em divulgação nesta quarta-feira, 8 de janeiro, mais da metade dos entrevistados, cerca de 51%, admite que pode mudar o voto. A maioria dizia ter decidido no início do ano.
O levantamento aponta que a incerteza é maior entre o campo de candidatos da oposição, com mais nomes na disputa, enquanto o eleitorado de Lula, do PT, tende a manter a preferência com maior consistência. Ainda assim, a volatilidade preocupa e reforça o caráter indeciso de parcela relevante do eleitorado.
Essa flutuação ocorre em um cenário de disputa apertada entre os candidatos. Economias domésticas, custo de vida e endividamento aparecem como fatores centrais que podem influenciar a decisão até a abertura das urnas.
Volatilidade entre eleitores
Entre quem apoia o atual presidente, a tendência de manter o voto é maior, mantendo a fidelidade relativa ao nome. Na direita, com mais opções, a incerteza é expressa de forma mais intensa, sinalizando possibilidades de mudanças antes do pleito.
Influência da economia
Especialistas destacam que questões econômicas podem reverter ou confirmar intenções de voto. Medidas para aliviar o custo de vida e reduzir endividamento devem ser decisivas para quem ainda está indeciso sobre qual candidato apoiar.
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